<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-2643889656386007414</id><updated>2011-11-29T09:55:15.959-08:00</updated><category term='Maconha (Cannabis)'/><category term='Clube Da Evidência'/><category term='Exercício físico'/><category term='Colesterol'/><category term='Nutrição'/><category term='Placebo'/><category term='Doença Cardiovascular'/><category term='Doenças Respiratórias'/><category term='Câncer'/><category term='Anti-inflamatórios'/><category term='Tabagismo'/><category term='Obesidade'/><category term='Metodologia Científica'/><category term='Polêmicas'/><category term='Mulher'/><category term='Alcool'/><category term='diabetes'/><title type='text'>Clube da evidência</title><subtitle type='html'>&lt;p&gt;
&lt;i&gt;Perguntas, piadas e pizzas.&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://clubedaevidencia.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2643889656386007414/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clubedaevidencia.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Ibraim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04917222151259584666</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>40</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2643889656386007414.post-1861231089437387666</id><published>2009-06-11T13:39:00.000-07:00</published><updated>2009-06-21T13:58:13.297-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Anti-inflamatórios'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Alcool'/><title type='text'>Anti-inflamatórios aliviam a dor?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://whothehelliscely.files.wordpress.com/2009/04/drugs-are-u-on-drugs-you-bad-evil.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 408px; height: 366px;" src="http://whothehelliscely.files.wordpress.com/2009/04/drugs-are-u-on-drugs-you-bad-evil.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;"Dor nas costas" é a segunda maior queixa que chega aos consultórios médicos nos Estados Unidos. Dentre os medicamentos prescritos, destacam-se os anti-inflamatórios não-hormonais, relaxantes musculares e analgésicos opióides. Fora dos consultórios, os anti-inflamatórios são as drogas mais consumidas no mundo, com sérios efeitos decorrentes do seu uso indiscriminado. Dentre eles, destacam-se como sendo a segunda maior causa de úlcera gástrica (perdem apenas para o Helicobacter pylori).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Apesar de famosos para o alívio da dor, existem poucas evidências que sustentem seu uso, ainda mais na escala em que ocorre. Digitando no PubMed os termos "Anti-Inflammatory Agents, Non-Steroidal"[Mesh] AND "Pain"[Mesh] nos campos título/resumo com limites para meta-análises com texto completo disponível em inglês, francês, espanhol ou português, encontramos 23 referências. A primeira, publicada nos Annals of Internal Medicine, já é capaz de responder a nossa pergunta.&lt;br /&gt;A meta-análise em questão avaliou diversas intervenções medicamentosas para alívio da dor lombar aguda e crônica. No que diz respeito aos anti-inflamatórios não hormonais, eles são superiores a placebo nos desfechos "melhora global" (RR 1,42 CI 1,10-1,42) e "não precisar de analgesia adicional" (RR 1,29 CI 1,05-1,57) para dor lombar aguda. Em lombalgia crônica, apenas o ibuprofeno mostrou-se eficaz. Já para lombociatalgia, nenhum anti-inflamatório foi superior ao placebo. Além disso, nenhum anti-inflamatório foi superior a outros, semelhantes e eles não foram melhores que analgésicos opióides, relaxantes musculares ou terapia não medicamentosa (manipulação da coluna, terapia física ou descanso).&lt;br /&gt;Este estudo é um banho de água fria nos fãs do "tomou doril, a dor sumiu". Mais do que isto, ele alerta para a inconsistência da prescrição exagerada de anti-inflamatórios, baseada muito mais no apelo comercial do que em benefícios clínicos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.cartoonstock.com/newscartoons/cartoonists/rmc/lowres/rmcn92l.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 400px;" src="http://www.cartoonstock.com/newscartoons/cartoonists/rmc/lowres/rmcn92l.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Referências:&lt;br /&gt;CHOU, R and HUFFMANRoger Chou, MD, and Laurie Hoyt Huffman, MS. Medications for Acute and Chronic Low Back Pain: A Review of the Evidence for an American Pain Society/American College of Physicians Clinical Practice Guideline. Ann Intern Med. 2007;147:505-514.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2643889656386007414-1861231089437387666?l=clubedaevidencia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clubedaevidencia.blogspot.com/feeds/1861231089437387666/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://clubedaevidencia.blogspot.com/2009/06/anti-inflamatorios-aliviam-dor.html#comment-form' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2643889656386007414/posts/default/1861231089437387666'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2643889656386007414/posts/default/1861231089437387666'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clubedaevidencia.blogspot.com/2009/06/anti-inflamatorios-aliviam-dor.html' title='Anti-inflamatórios aliviam a dor?'/><author><name>Natalie</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2643889656386007414.post-1224361645468462086</id><published>2008-11-09T05:33:00.000-08:00</published><updated>2009-06-14T09:01:36.093-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Doença Cardiovascular'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Nutrição'/><title type='text'>Devemos parar de comer sal?</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_a1PQGVU24Gk/SjUey22mXOI/AAAAAAAAAFw/lyjPq1lV_qE/s1600-h/brinox-1602_100.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5347213991639145698" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 221px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_a1PQGVU24Gk/SjUey22mXOI/AAAAAAAAAFw/lyjPq1lV_qE/s320/brinox-1602_100.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;Incluído na lista dos três pós brancos mortais (açúcar, farinha e sal), o sal tornou-se inimigo público número 1 dos cardiologistas. As Diretrizes Brasileiras para Tratamento da Hipertensão Arterial recomenda que o consumo de sal diário não ultrapasse 1,5g por dia, em consonância com as recomendações da American Heart Association (AHM).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;Em um artigo publicado na Hypertension de fevereiro de 2006, a AHM recomenda quatro intervenções principais para o tratamento e prevenção da hipertensão arterial: perda de peso, diminuir ingesta de sal e álcool, aumentar a ingesta de potássio e seguir a dieta DASH (rica em frutas, vegetais e produtos lácteos sem gordura e pobre em gorduras e colesterol).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Apesar de muitos estudos que apontam redução significativa da pressão arterial com diminuição do consumo de sódio, muitas vezes essa redução é irrisória. A metaanálise de Jurgens et al. revelou que para adultos saudáveis, a redução de ingesta de sódio diminuia em média 1,27 mmHg na pressão arterial sistólica e 0,54 mmHg na pressão arterial diastólica. Em hipertensos, a diferença era 4,18 mmHg na pressão arterial sistólica e 1,98 mmHg na pressão arterial diastólica. O próprio autor considerou o achado irrelevante. Duas outras metaanálises encontraram resultados semelhantes em relação a magnitude de diminuição da pressão arterial, com um achado extra: pacientes hipertensos que consumiam menos sal estavam mais aptos a interromper a medicação.&lt;br /&gt;Para a AHM, a resposta ao sal é muito heterogênea em populações. Algumas pessoas são mais sensíveis ao sódio que outras (refletindo talvez, uma doença renal subclínica), de forma que, como não é possível identificar essas pessoas, a recomendação populacional seria reduzir o consumo de sal para 1,5g ao dia (um americano consome em média 3,5g/dia). Um dos estudos que suportam suas recomendações é o "Effects on blood pressure of reduced dietary sodium and the dietary approache to stop hypertension" publicado na New England de janeiro de 2001.&lt;br /&gt;Esse estudo avaliou 412 adultos com pressão arterial sistólica entre 120 e 159 e pressão arterial diastólica entre 80 e 95 divididos em 2 grandes grupos: dieta habitual americana ou dieta DASH. Dentro dos grandes grupos, os participantes foram divididos em 3 subgrupos: consumo de sódio de 150 mmol/dia (consumo normal de um americano), de 100 mmol/dia (limite proposto) e de 50 mmol/dia. Os achados mais importantes podem ser visualizados no gráfico a seguir:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_KaD2pXIV36E/SRbxd_9bsQI/AAAAAAAABAA/rH31nxeMueE/s1600-h/Captura_da_tela-010401+Effects+on+Blood+Pressure+of+Reduced+Dietary+Sodium.png"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5266662311943975170" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 134px; CURSOR: pointer; HEIGHT: 200px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_KaD2pXIV36E/SRbxd_9bsQI/AAAAAAAABAA/rH31nxeMueE/s200/Captura_da_tela-010401+Effects+on+Blood+Pressure+of+Reduced+Dietary+Sodium.png" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Pelo gráfico, constatamos que a redução na pressão arterial foi irrisória (de acordo com os dados de outras metaanálises) quando comparados os grupos com ingesta de 150 mmol e 100 mmol por dia. No entando, a mudança para a dieta DASH trouxe resultados mais importantes, como uma redução de 5 mmHg na pressão arterial sistólica. A AHM preconiza que uma redução na pressão arterial de 5 mmHg reduz em 7% a mortalidade por causas totais, de forma que esse resultado apresentado tem relevância clínica.&lt;br /&gt;Cerca de 75% do sódio que consumimos é oriundo de alimentos industrializados. Um double cheeseburguer, batatas fritas pequena e coca cola pequena do McDonalds contém 3,3g de sódio (&lt;a href="http://www.mcdonaldsmenu.info/"&gt;http://www.mcdonaldsmenu.info/&lt;/a&gt;). Além disso, contém 35g de açúcar e 12g de gordura saturada. Seria o sódio o grande problema? &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2643889656386007414-1224361645468462086?l=clubedaevidencia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clubedaevidencia.blogspot.com/feeds/1224361645468462086/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://clubedaevidencia.blogspot.com/2008/11/devemos-parar-de-comer-sal.html#comment-form' title='11 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2643889656386007414/posts/default/1224361645468462086'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2643889656386007414/posts/default/1224361645468462086'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clubedaevidencia.blogspot.com/2008/11/devemos-parar-de-comer-sal.html' title='Devemos parar de comer sal?'/><author><name>Natalie</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_a1PQGVU24Gk/SjUey22mXOI/AAAAAAAAAFw/lyjPq1lV_qE/s72-c/brinox-1602_100.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>11</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2643889656386007414.post-7531026406074446925</id><published>2008-10-17T09:48:00.000-07:00</published><updated>2008-11-13T11:19:24.297-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Polêmicas'/><title type='text'>Astrologia - O mês em que nascemos altera nossa personalidade?</title><content type='html'>&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Diversos estudos já investigaram a relação entre data de nascimento e diferenças individuais na personalidade e na inteligência geral, doenças psiquiátricas e mesmo diferenças físicas. No entanto, a maioria desses estudos apresentavam uma amostra populacional reduzida, dificultando uma extrapolação para a população total.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;br /&gt;O artigo que falaremos diminui esse problema realizando testes em duas grandes populações diferentes, uma de veteranos de guerra do Vietnã (N=4.462) e outra dejovens entre 15 e 24 anos de ambos os sexos (n=11.448). Na primeira população tentou-se correlacionar inteligência e personalidade com conceitos cronológicos de tempo (isto é, mês de nascimento e estação do ano) ou com conceitos astrológicos (signo solar, elemento, e gênero astrológico). Na segunda população, não havia dados sobre personalidade e dia de nascimento, portanto se investigou apenas se havia correlação entre inteligência e alguns aspectos cronológicos do tempo.&lt;br /&gt;           Os dados da primeira população foi retirado do &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Vietnam Experience Study&lt;/span&gt; (VES), um grande estudo americano para analisar os efeitos a longo prazo de eventos de guerra. Os soldados foram inicialmente testados em 1965-71 (média de idade= 19,92; DP= 1,72) e re-testados em 1985-86 (idade média= 38,35; DP=1,86). A inteligência foi testada duas vezes, enquanto a personalidade apenas no reteste. O teste de inteligência empregado foi o P&lt;span style="font-style: italic;"&gt;rincipal, Component Analysis&lt;/span&gt; (PCA) que consiste em 19 variáveis cognitivas analisando desde capacidades de coordenação, a testes de vocabulário e matemática. O teste de personalidade foi baseado nas quatro dimensões de personalidade de Eysenckian: Psicotismo (P), Extroversão (E), Neuroticismo (N), e interesse social (SD). Todos esses dados foram correlacionados com:&lt;br /&gt;a) Mês de nascimento: janeiro, fevereiro...&lt;br /&gt;b) Estação do ano: Privavera, verão, outono e inverno,&lt;br /&gt;c) Inverno-verão estendidos: Inverno (outubro a março) e Verão (abril a setembro).&lt;br /&gt;d) Primavera-outono estendidos: Primavera (janeiro a junho) e outono (julho a dezembro).&lt;br /&gt;e)Signo solar: áries, touro, capricórnio...&lt;br /&gt;f) Signo solar associado a um elemento: água, fogo, terra e ar. Seguindo a tabela abaixo.&lt;br /&gt;g)Signo solar associado a um gênero astrológico (masculino/feminino), como apontado abaixo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_pjDSrwNI9S4/SPjC-sl2dfI/AAAAAAAAAek/jpD7W5nJ5ew/s1600-h/tabela+1.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://3.bp.blogspot.com/_pjDSrwNI9S4/SPjC-sl2dfI/AAAAAAAAAek/jpD7W5nJ5ew/s400/tabela+1.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5258166947332650482" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os dados da segunda população foram retirados do &lt;span style="font-style: italic;"&gt;National Longitude Study of Youth&lt;/span&gt; 1979 (NLSY1979) e consistia numa amostra de 11.448 jovens (homens N=5749, mulheres N= 599), com idade entre 15 e 24 anos (idade média= 19,6, DP=2,26). A análise de inteligência foi realizada com um questionário diferente da primeira amostra, denominado P&lt;span style="font-style: italic;"&gt;rincipal Axis Factoring&lt;/span&gt; (PAF), que tambén analiza múltiplas instâncias da inteligência. A personalidade como dito anteriormente não foi analizada nessa população. Além disso, como não havia dados sobre dia de nascimento, as correlações foram efetuadas apenas com mês de nascimento, estação de nascimento, primavera e outono estendidos, e inverno e verão estendidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Resultados&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;População de veteranos: &lt;/span&gt;Não houve relação entre inteligência ou personalidade com: mês de nascimento, estação do ano, inverno e verão estendidos, signo solar, elemento, ou gênero astrológico. Somente um resultado foi relevante: os militares nascidos no outono estendido (julho a dezembro) eram mais inteligentes do que os nascidos na primavera estendida (janeiro a junho). É importante ressaltar no entanto, que a diferença apesar de significativa foi inferior a um ponto de QI.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_pjDSrwNI9S4/SPjDkhwaXAI/AAAAAAAAAes/lzp6XqEQooE/s1600-h/result+1.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://3.bp.blogspot.com/_pjDSrwNI9S4/SPjDkhwaXAI/AAAAAAAAAes/lzp6XqEQooE/s400/result+1.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5258167597259185154" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;População de jovens: &lt;/span&gt;Mais uma vez apenas houve diferença estatística na análise de inteligência em relação aos períodos de primavera-outono estendidos. Curiosamente o resultado, no entanto, foi reverso ao da população de veteranos, isto é, nesse estudo os jovens nascidos na primavera estendida eram mais inteligentes :D . No entanto, mais uma vez a diferença era inferior a um ponto de QI.&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_pjDSrwNI9S4/SPjDzbhJXoI/AAAAAAAAAe0/SsO3GDc7KIA/s1600-h/result+2.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://1.bp.blogspot.com/_pjDSrwNI9S4/SPjDzbhJXoI/AAAAAAAAAe0/SsO3GDc7KIA/s400/result+2.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5258167853282582146" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar do autor ter encontrado esses dois resultados relevantes, por se tratarem de subgrupos de uma amostra, é necessário realizar uma análise multivariável. Quando os valores de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;p &lt;/span&gt;eram submetidos a correção de Bonferroni para 39 análises, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;NENHUM&lt;/span&gt; resultado era significativo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:130%;" &gt;Discussão&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É preciso inicialmente deixar claro que se tratam de dois estudos realizados com populações diferentes e que se submeteram a teste de inteligência diferentes. Não misturar as duas populações foi importante para evitar vieses. Outro aspecto que pode levantar dúvida refere-se a primeira amostra populacional constituida de veteranos de guerra, é de pensamento comum que experiências tramáticas como as presentes em campos de batalha podem interferir na personalidade e mesmo em algum grau na inteligência dos soldados. O autor no entanto afirma que vários indicadores socio-econômicos demontraram que os veteranos do Vietnã se adaptaram a sociedade tão bem quanto outros militares que serviram em outros locais, além de não apresentarem diferenças socio-econômicas em relação ao resto da população. Outro ponto importante é que a personalidade tende a ser estável ao longo da vida, não sofrendo grandes alterações.&lt;br /&gt;Apesar deste artigo não poder refutar a astrologia num aspecto maior (uma vez que ela também se baseia em ciclos planetários e lunares), este artigo corrobora com as revisões da literatura atuais, e ataca duramente a astrologia mais simplória baseada unicamente nos signos solares, encontrada rotineiramente em jornais e revistas. Enfim, este artigo não demonstrou correlação entre inteligência ou personalidade com signos solares, elementos, gênero astrológico e portanto não dá suporte as alegações da astrologia. Mais do que isso, esse artigo não aponta nenhuma correlação entre inteligência e personalidade e fatores cronológicos, sejam eles mês de nascimento, estação do ano, ou estações estendidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Referência Bibliográfica&lt;br /&gt;&lt;cite style="font-style: normal;"&gt;Peter, Hartmann; Reuter, Martin; Nyborg, Helmut (2006). "The relationship between date of birth and individual differences in personality and intelligence: A large-scale study". &lt;i&gt;Personality and Individual Differences&lt;/i&gt; &lt;b&gt;40&lt;/b&gt;: 1349–1362. &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Digital_object_identifier" title="Digital object identifier"&gt;doi&lt;/a&gt;:&lt;span class="neverexpand"&gt;&lt;a href="http://dx.doi.org/10.1016%2Fj.paid.2005.11.017" class="external text" title="http://dx.doi.org/10.1016%2Fj.paid.2005.11.017" rel="nofollow"&gt;10.1016/j.paid.2005.11.017&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;. &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/International_Standard_Serial_Number" title="International Standard Serial Number"&gt;ISSN&lt;/a&gt; &lt;a href="http://worldcat.org/issn/0191-8869" class="external text" title="http://worldcat.org/issn/0191-8869" rel="nofollow"&gt;0191-8869&lt;/a&gt;. &lt;a href="http://www.abc.net.au/science/news/stories/s1623400.htm" class="external text" title="http://www.abc.net.au/science/news/stories/s1623400.htm" rel="nofollow"&gt;Lay summary&lt;/a&gt; – &lt;i&gt;Discovery News&lt;/i&gt; (&lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/2006" title="2006"&gt;2006&lt;/a&gt;-&lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/April_25" title="April 25"&gt;04-25&lt;/a&gt;).&lt;/cite&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PS: Este artigo é citado na descrição em inglês de &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Astrology"&gt;astrologia&lt;/a&gt; na Wikipedia.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2643889656386007414-7531026406074446925?l=clubedaevidencia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clubedaevidencia.blogspot.com/feeds/7531026406074446925/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://clubedaevidencia.blogspot.com/2008/10/astrologia.html#comment-form' title='13 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2643889656386007414/posts/default/7531026406074446925'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2643889656386007414/posts/default/7531026406074446925'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clubedaevidencia.blogspot.com/2008/10/astrologia.html' title='Astrologia - O mês em que nascemos altera nossa personalidade?'/><author><name>Ibraim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04917222151259584666</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_pjDSrwNI9S4/SPjC-sl2dfI/AAAAAAAAAek/jpD7W5nJ5ew/s72-c/tabela+1.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>13</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2643889656386007414.post-6941709538132582434</id><published>2008-09-24T18:25:00.000-07:00</published><updated>2008-11-13T11:23:22.944-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Nutrição'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='diabetes'/><title type='text'>Consumo de leite na infância favorece o desenvolvimento de diabetes tipo 1?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://granitegrok.com/pix/got_milk.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 251px; height: 184px;" src="http://granitegrok.com/pix/got_milk.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;A diabetes tipo 1 é uma doença auto imune, cujo início se dá tipicamente na puberdade. A produção de anticorpos destrói as células produtoras de insulina no pâncreas (&lt;span style="font-style: italic;"&gt;as células-beta)&lt;/span&gt;, impedindo que haja secreção desse hormônio responsável por armazenar a glicose que consumimos dentro das células. Sem a insulina, a glicose fica circulando no corpo, podendo causar vários problemas. Geralmente, os anticorpos não reagem contra células do nosso organismo, graças a um delicado mecanismo de tolerância do sistema imunitário.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As gritantes diferenças geográficas na distribuição da diabetes tipo 1, seu aumento da incidência a partir dos anos 50 e a pouca concordância entre gêmeos idênticos são fatores que levaram os cientistas a pensar em causas ambientais para esta doença. Inicialmente, estudos epidemiológicos encontraram forte associação entre o consumo de leite de vaca e a prevalência de diabetes tipo 1 em alguns países. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Uma metaanálise de estudos caso-controle mostrou um risco 50%  maior de desenvolver diabetes tipo 1 em crianças que começaram a beber leite de vaca antes dos quatro meses de idade&lt;/span&gt;.&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.revistamarketing.com.br/img/materia/texto/1165.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 200px;" src="http://www.revistamarketing.com.br/img/materia/texto/1165.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Isto pode ter várias explicações: a perda da proteção conferida pelo aleitamento materno e a reação imunitária contra as proteínas do leite bovino. Sabe-se que o &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;aleitamento materno é essencial &lt;/span&gt;para o amadurecimento do sistema imunológico do bebê e que há maior incidência de diabetes 1 em pessoas que &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;não&lt;/span&gt; foram amamentadas. Além disso, a semelhança de proteínas do leite com algumas de nossas células (especialmente das células-beta) poderia levar um sistema imunitário imaturo a reagir contra essas proteínas e, consequentemente, levar a destruição das células beta. Estudos em ratos evidenciaram essa relação, fortalecendo o papel do leite de vaca na fisiopatologia da diabetes.&lt;br /&gt;Por essas e outras, o aleitamento materno adquire importância especial no crescimento do bebê, sendo&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; indispensável &lt;/span&gt;e &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;insubstituível &lt;/span&gt;até os seis meses de idade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Referências&lt;/span&gt;:&lt;br /&gt;Schrezenmeir J, Jagla A. Mik and Diabetes. Journal of the American College of Nutrition,  2000, 19(2), 176S–190S.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/14668264?ordinalpos=16&amp;amp;itool=EntrezSystem2.PEntrez.Pubmed.Pubmed_ResultsPanel.Pubmed_DefaultReportPanel.Pubmed_RVDocSum" class="authors"&gt;&lt;/a&gt; Virtanen SM, Knip M. Nutritional risk predictors of beta cell autoimmunity and type 1 diabetes at a young age.&lt;abbr class="journalname" title="The American journal of clinical nutrition"&gt; Am J Clin Nutr&lt;/abbr&gt;. 2003 Dec;&lt;span class="volume"&gt;78&lt;/span&gt;(&lt;span class="issue"&gt;6&lt;/span&gt;):&lt;span class="pages"&gt;1053-67&lt;/span&gt;. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2643889656386007414-6941709538132582434?l=clubedaevidencia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clubedaevidencia.blogspot.com/feeds/6941709538132582434/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://clubedaevidencia.blogspot.com/2008/09/consumo-de-leite-na-infncia-favorece-o.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2643889656386007414/posts/default/6941709538132582434'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2643889656386007414/posts/default/6941709538132582434'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clubedaevidencia.blogspot.com/2008/09/consumo-de-leite-na-infncia-favorece-o.html' title='Consumo de leite na infância favorece o desenvolvimento de diabetes tipo 1?'/><author><name>Natalie</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2643889656386007414.post-3644720267911927307</id><published>2008-09-02T19:44:00.000-07:00</published><updated>2008-11-13T11:21:04.289-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Colesterol'/><title type='text'>Mortalidade é inversamente proporcional ao colesterol(LDL). Aparente paradoxo.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_a1PQGVU24Gk/SL4J0GZlu4I/AAAAAAAAAC8/lgBTgAnqEAY/s1600-h/coracao01.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer;" src="http://2.bp.blogspot.com/_a1PQGVU24Gk/SL4J0GZlu4I/AAAAAAAAAC8/lgBTgAnqEAY/s200/coracao01.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5241637806981626754" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Tentei, tentei, tentei e não consegui concluir  sobre a existência (ou não) de uma relação clara entre colesterol(LDL) e mortalidade.&lt;br /&gt;A suposta existência dessa relação foi formalizada pela coorte de Framingham nos meados do século passado. Pois é, tudo que eu falei até agora não é basiado em evidência, são coisas que ouvi meus professores falando.&lt;br /&gt;Bom, lendo alguns artigos de metaanálises(melhor tipo de trabalho para estabelcer relações) de estudos de Hipocolesterolemiantes (estatinas) observei que havia uma certa suspeita de aumento de mortes (principalmente não cardivasculares) relacionadar a menores índices de colesterol total(LDL+HDL) e LDL.&lt;br /&gt;É improtante lembrar que pesquisei exclusivamente artigos cujos desfechos incluiam mortalidade ou expectativa de vida, mais relevantes que expessamente de carotida ou aumento de eventos coronarianos (comuns em estudos preliminares).&lt;br /&gt;O artigo que tratava mais diretamente o assunto trazia o seguinte gráfico.&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_a1PQGVU24Gk/SL4K-mZtXVI/AAAAAAAAADE/l0v2mmNQWF4/s1600-h/tabelaco.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://4.bp.blogspot.com/_a1PQGVU24Gk/SL4K-mZtXVI/AAAAAAAAADE/l0v2mmNQWF4/s400/tabelaco.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5241639086882381138" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;obs.: O trastejado é o grupo tratado e a linha contínua representa o grupo tratado com placebo. A única curva que não foi estatíticamente significantativa é a do controle na mortalidade total.   &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/17700016?ordinalpos=1&amp;amp;itool=EntrezSystem2.PEntrez.Pubmed.Pubmed_ResultsPanel.Pubmed_RVDocSum"&gt;&lt;span class="articletitel"&gt;Non-Cardiovascular Mortality, Low-Density Lipoprotein Cholesterol and Statins: A Meta-Regression Analysis&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Este gráfico é muito interessante, mas não consigo explicar o paradoxo. Lanço então o desafio ao leitores de explicar o fenômeno.  clubedaevidencia@gmai.com&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:100%;" &gt;Entendendo o colesterol com vídeos(youtube):&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=r2kRyxdak94"&gt;Colesterol e Fitoestorois&lt;/a&gt; (a parte de fitoesterois foge a discussão)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=5gHIt-kx50I"&gt;A historia natural de um ateroma &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:100%;" &gt;Referências:&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;busca no pubmed: "Cholesterol"[Mesh] AND ("Mortality"[Mesh] OR "Life Expectancy"[Mesh])&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; Limits: &lt;strong style="font-weight: normal;"&gt;only items with links to full text, Meta-Analysis, English, Spanish&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/16773275?ordinalpos=2&amp;amp;itool=EntrezSystem2.PEntrez.Pubmed.Pubmed_ResultsPanel.Pubmed_RVDocSum"&gt;Low density lipoprotein cholesterol, statins and cardiovascular events: a meta-analysis&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2643889656386007414-3644720267911927307?l=clubedaevidencia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clubedaevidencia.blogspot.com/feeds/3644720267911927307/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://clubedaevidencia.blogspot.com/2008/09/mortalidade-inversamente-proporcional.html#comment-form' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2643889656386007414/posts/default/3644720267911927307'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2643889656386007414/posts/default/3644720267911927307'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clubedaevidencia.blogspot.com/2008/09/mortalidade-inversamente-proporcional.html' title='Mortalidade é inversamente proporcional ao colesterol(LDL). Aparente paradoxo.'/><author><name>Dusi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_a1PQGVU24Gk/SL4J0GZlu4I/AAAAAAAAAC8/lgBTgAnqEAY/s72-c/coracao01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2643889656386007414.post-1011167554668358613</id><published>2008-08-10T13:53:00.000-07:00</published><updated>2008-08-10T13:55:32.231-07:00</updated><title type='text'>Piadinha</title><content type='html'>Desculpem a falta de atualizações nos últimos tempos, voltamos essa semana as reuniões e as postagens com dúvidas.&lt;br /&gt;Uma piadinha de recompensa:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_pjDSrwNI9S4/SJ9VoXv-skI/AAAAAAAAAWk/0nj8K3HU0kA/s1600-h/0018.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://1.bp.blogspot.com/_pjDSrwNI9S4/SJ9VoXv-skI/AAAAAAAAAWk/0nj8K3HU0kA/s400/0018.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5232995444086190658" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2643889656386007414-1011167554668358613?l=clubedaevidencia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clubedaevidencia.blogspot.com/feeds/1011167554668358613/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://clubedaevidencia.blogspot.com/2008/08/piadinha.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2643889656386007414/posts/default/1011167554668358613'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2643889656386007414/posts/default/1011167554668358613'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clubedaevidencia.blogspot.com/2008/08/piadinha.html' title='Piadinha'/><author><name>Ibraim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04917222151259584666</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_pjDSrwNI9S4/SJ9VoXv-skI/AAAAAAAAAWk/0nj8K3HU0kA/s72-c/0018.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2643889656386007414.post-3376876852270859348</id><published>2008-08-03T07:42:00.001-07:00</published><updated>2008-11-13T11:26:14.015-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mulher'/><title type='text'>Por que as mulheres têm TPM?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://cache2.asset-cache.net/xc/81767495.jpg?v=1&amp;amp;c=NewsMaker&amp;amp;k=2&amp;amp;d=73682B95AD7856901DCCC912417BC694E30A760B0D811297"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 246px; height: 313px;" src="http://cache2.asset-cache.net/xc/81767495.jpg?v=1&amp;amp;c=NewsMaker&amp;amp;k=2&amp;amp;d=73682B95AD7856901DCCC912417BC694E30A760B0D811297" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;O estudo da alterações de humor da mulher poucos dias antes da menstruação desperta o interesse da ciência pois é um dos poucos fenômenos psicológicos que está sabidamente ligado a fenômenos fisiológicos. Apesar da maioria das mulheres terem sintomas pré-menstrual, apenas 1 em 10 mulheres tem o que se chama de &lt;a href="http://virtualpsy.locaweb.com.br/index.php?art=247&amp;amp;sec=14"&gt;Transtorno Disfórico Pré-Menstrual&lt;/a&gt;. Nessas mulheres é que são realizados os estudos que buscam esclarecer os mecanismos por trás da TPM.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Há tempos que credita-se a tensão pré-menstrual às &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ciclo_menstrual"&gt;alterações hormonais&lt;/a&gt; pelas quais passa a mulher no período entre a ovulação e a menstruação. Um estudo de 1983 já sugere que as alterações de humor começam a surgir com a secreção de LH e crescem linearmente com o aumento de progesterona e estrógeno, contudo, após a queda destes, nota-se uma piora no humor da mulher que alcança seu pico em dois dias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recentemente, a atenção da ciência tem se voltado para a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pineal"&gt;glândula pineal&lt;/a&gt; e sua relação com a tensão pré-menstrual. A glândula pineal, dentre outras funções, é responsável pela secreção de melatonina, hormônio que atua na regulação do ciclo vigília-sono. Têm sido observado que em mulheres com TPM o momento de interrupção de secreção da melatonina está atrasado nesse período. Isso significa, grosso modo, que o corpo se prepara para acordar um pouco mais tarde do que no resto do ciclo menstrual. Além disso, constatou-se que as mulheres nesse período passam menos tempo no &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sono_rem"&gt;sono REM&lt;/a&gt;.&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; Os homens que nos desculpem, mas não dá para ficar super bem humorada depois de uma noite mal dormida..&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.chocolate-world.net/images/Chocolate.png"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 200px;" src="http://www.chocolate-world.net/images/Chocolate.png" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Como combater a TPM?&lt;/span&gt; A receita clássica de mudança de hábitos ainda vale. Exercício físico aeróbico promove o aumento de endorfinas, capazes de melhorar o humor. Além disso, tem sido sugerido que redução do consumo de sal, açúcar, cafeína e álcool pode ajudar, contudo, por enquanto, manter uma alimentação rica em carboidratos (principalmente a noite) é o mais certo para a melhora dos sintomas depressivos. Suplementação alimentar com cálcio e magnésio também melhoram o bom humor. Alguns médicos têm preconizado o uso de inibidores da recaptação de serotonina (um tipo de antidepressivo) no tratamento de TPM. Mas será que algo que está presente, em graus variados, na maioria das mulheres &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;precisa de tratamento farmacológico?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Referências&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Parry BL, Newton RP.Chronobiological basis of female mood disorders. Neuropsicofarmacology, 2001;25(5);102-8.&lt;br /&gt;Bianchi-Demicheli F,Lüdicke F,Lucas H, Chardonnens D. Premenstrual dysphoric disorder: current status of treatment. SWISS MED WKLY 2002;132:574–8&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2643889656386007414-3376876852270859348?l=clubedaevidencia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clubedaevidencia.blogspot.com/feeds/3376876852270859348/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://clubedaevidencia.blogspot.com/2008/08/por-que-as-mulheres-tm-tpm.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2643889656386007414/posts/default/3376876852270859348'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2643889656386007414/posts/default/3376876852270859348'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clubedaevidencia.blogspot.com/2008/08/por-que-as-mulheres-tm-tpm.html' title='Por que as mulheres têm TPM?'/><author><name>Natalie</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2643889656386007414.post-1976786182162324762</id><published>2008-07-26T20:47:00.000-07:00</published><updated>2008-11-13T11:26:03.876-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Metodologia Científica'/><title type='text'>Os desafios da comunicação científica</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.teiacultural.com.br/wp-content/uploads/2008/03/voz.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px 10px 10px 0px; float: left; width: 200px;" alt="" src="http://www.teiacultural.com.br/wp-content/uploads/2008/03/voz.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Entendendo que tão importante quanto expor conteúdo é discutir a metafísica do blog dedicarei mais uma postagem a esse assunto.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Provavelmente a mais importante função desses blogs é a popularização da ciência, que é essencial para a democratização do conhecimento e do fortalecimento do verdadeiro poder de decisão da população&lt;/strong&gt;. Só tem sentido o povo decidir se esse tiver acesso à informação. E por outro lado, a ciência só terá sentido se for intimamente relacionada com a população.&lt;br /&gt;O prof. Eno Picazzio (astrônomo da IAGUSP), em uma matéria na Scientific American Brasil(08/08) que me motivou a escrever este post, escreveu que o desafio da divulgação científica é expor o conhecimento em linguagem popular. E este é um desafio duplo, tanto é necessária a difusão dos conceitos estabelecidos pela ciência, como é essencial que o próprio vocabulário científico seja revisto, para evitar que este seja uma barreira a impedir a difusão do conhecimento, e a afastar a população da ciência. Nesse sentido o professor cita D’Alambert: “&lt;strong&gt;nunca seria demais simplificar e, por assim dizer, popularizar a linguagem da ciência, o que seria não só um meio de facilitar seu estudo, como tirar do povo um pretexto para desacreditá-la”.&lt;/strong&gt; Porém o professor levanta um grande perigo nessa tarefa: a divulgação demasiadamente imprecisa, muito cheia de analogias abusivas pode acabar apenas desinformando.&lt;br /&gt;Quando se trata de um blog de saúde a importância da informação de qualidade&lt;a href="http://www.charontte.blogger.com.br/conversa.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px 0px 10px 10px; float: right; width: 253px; height: 193px;" alt="" src="http://www.charontte.blogger.com.br/conversa.jpg" border="0" height="178" /&gt;&lt;/a&gt; é ainda mais marcante. Isso por causa do &lt;strong&gt;princípio hipocrático da não maleficência, que significa que antes de ajudarmos devemos ter certeza de que não estamos atrapalhando.&lt;/strong&gt; Outro princípio muito discutido é o do respeito à autonomia do paciente, e ao seu direito de decidir sobre si mesmo. Para isso é importante que os textos de divulgação científica se prestem não somente a divulgar, mas também a desenvolver no leitor a capacidade de analisar as descobertas, fazendo uma leitura crítica das conclusões tiradas.&lt;br /&gt;Para mim o grande erro que se comete quanto à divulgação científica é exatamente o excesso de conclusões, ou melhor, tratar conclusões como verdades. Isso vai contra o que me parece ser a natureza da ciência, que esta muito mais relacionada com especulações do que com resposta. &lt;strong&gt;Não existe uma hipótese na ciência que seja uma verdade imutável. Isso porque a ciência se baseia em modelos, e bons modelos apenas conseguem explicar fenômenos e prever fatos, mas por melhor que sejam nunca serão verdades absolutas&lt;/strong&gt;. As conclusões científicas são simplesmente a interpretação subjetiva de dados obtidos na experimentação, podem corroborar com a tese criada, mas dificilmente serão a confirmação irrefutável dela.&lt;br /&gt;Para evitar essa lógica, os termos técnicos utilizados devem ser cuidadosamente escolhidos, e extremamente bem explicados. Nessa escolha encontro as maiores dificuldades. Mesmo estando ainda na metade do meu curso de graduação já percebo vários vícios na comunicação, e é comum usar de vocábulos específicos sem a devida explicação. &lt;strong&gt;Porém só o cuidado com os termos não basta, é importante a apresentação dos dados, e a discussão deles com objetivo de possibilitar ao leitor tirar suas conclusões, invés de despejar nele nossas próprias certezas.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Esses são alguns dos desafios que percebo, e com a ajuda dos leitores poderemos desenvolver boas soluções, nos aprimorando constantemente nesses assuntos. Sempre que estivermos pecando nesses quesitos, um feedback dos leitores é de grande valia. Que nesse processo possamos ajudar para a chamada popularização da ciência.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2643889656386007414-1976786182162324762?l=clubedaevidencia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clubedaevidencia.blogspot.com/feeds/1976786182162324762/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://clubedaevidencia.blogspot.com/2008/07/os-desafios-da-comunicao-cientfica.html#comment-form' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2643889656386007414/posts/default/1976786182162324762'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2643889656386007414/posts/default/1976786182162324762'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clubedaevidencia.blogspot.com/2008/07/os-desafios-da-comunicao-cientfica.html' title='Os desafios da comunicação científica'/><author><name>Dusi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2643889656386007414.post-5856693747178554083</id><published>2008-07-16T17:53:00.000-07:00</published><updated>2008-11-13T11:21:48.942-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Polêmicas'/><title type='text'>Unidade 731 (4/4) Da dissolução da Unidade e do pós-guerra</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.nissansilvia.com/wp/wp-content/japanese_flag1.gif"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px;" src="http://www.nissansilvia.com/wp/wp-content/japanese_flag1.gif" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;Com a invasão soviética de Manchuoko e Mengjiang no início de agosto de &lt;st1:metricconverter productid="1945, a" st="on"&gt;1945, a&lt;/st1:metricconverter&gt; unidade foi forçada a fugir apressadamente para o Japão, abandonando os trabalhos. Os integrantes da unidade teriam recebido ordens do próprio Shiro Ishii a “levar o segredo para a tumba”, sendo fornecidas cápsulas contendo cianeto de potássio a fim de permitir aos que fossem capturados uma morte sem tortura. Também seguindo ordens, os últimos integrantes remanescentes na base fizeram uma tentativa de dinamitar a estrutura inteira, para encobrir as evidências. No entanto, as estruturas foram tão bem construídas que a maior parte das instalações suportou as explosões com pouco ou nenhum dano estrutural. Um dos edifícios que abrigava a unidade funciona hoje como museu em homenagem aos que sofreram e perderam suas vidas por ordens de Ishii (BYRD, 2005).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;Após a rendição japonesa em 15 de agosto de 1945, o general Shiro Ishii foi capturado pelo exército estadunidense e levado para interrogatório. Embora silencioso e misterioso nos primeiros momentos, o crescente interesse soviético em Ishii levou o próprio a aceitar um acordo proposto pelo general americano e então comandante supremo das forças aliadas Douglas MacArthur: seria oferecida imunidade a Ishii e aos outros membros da Unidade 731 detidos pelos americanos, em troca dos dados relativos aos experimentos realizados. Existem divergências acerca do destino de Ishii após a guerra: sua filha afirma que ele permaneceu no Japão até morrer em 1967, vítima de um câncer de garganta; ao passo que o historiador Richard Drayton afirma que ele teria se mudado para o estado americano de Maryland, onde teria continuado sua pesquisa em armas biológicas até sua morte – um acordo similar ao oferecido a cientistas nazistas. De acordo com chineses, o exército americano teria usado na guerra das Coréias bomba biológica muito semelhante à mostrada em desenhos de Shiro Ishii. Os únicos membros da Unidade &lt;st1:metricconverter productid="731 a" st="on"&gt;731 a&lt;/st1:metricconverter&gt; serem julgados e condenados pelos americanos teriam sido os responsáveis pela vivissecção de soldados estadunidenses. Os soviéticos, ao contrário, puniram severamente os 12 membros da Unidade que foram por eles capturados (BYRD, 2005) (CHANG, 1999) (NIE, 2004).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.brasilescola.com/imagens/historia/segundaguerra.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 268px; height: 366px;" src="http://www.brasilescola.com/imagens/historia/segundaguerra.JPG" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Nas décadas que sucederam a guerra, os diversos governos japoneses sucessivamente negaram o cometimento de tais crimes e continuaram afirmando que a Unidade 731 era destinada à descoberta de técnicas de purificação de água. Foi somente nos anos 1980 e 1990 que o Japão reconheceu esses crimes de guerra, embora não tenha até hoje se desculpado oficialmente à China, Rússia ou qualquer outro país. Também os Estados Unidos e o Reino Unido ainda negam a imunidade oferecida a “cientistas” do Eixo que tenham realizado experimentação humana durante a guerra (NIE, 2002) (NIE, 2004) (BYRD, 2005). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2643889656386007414-5856693747178554083?l=clubedaevidencia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clubedaevidencia.blogspot.com/feeds/5856693747178554083/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://clubedaevidencia.blogspot.com/2008/07/unidade-731-44-da-dissoluo-da-unidade-e.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2643889656386007414/posts/default/5856693747178554083'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2643889656386007414/posts/default/5856693747178554083'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clubedaevidencia.blogspot.com/2008/07/unidade-731-44-da-dissoluo-da-unidade-e.html' title='Unidade 731 (4/4) Da dissolução da Unidade e do pós-guerra'/><author><name>Natalie</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2643889656386007414.post-1661959222701625983</id><published>2008-07-07T09:50:00.000-07:00</published><updated>2008-11-13T11:21:48.943-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Polêmicas'/><title type='text'>Unidade 731 (3/4) Do Desenvolvimento de Armas Biológicas</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.nissansilvia.com/wp/wp-content/japanese_flag1.gif"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px;" src="http://www.nissansilvia.com/wp/wp-content/japanese_flag1.gif" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;    A partir dos experimentos cruéis em prisioneiros os pesquisadores japoneses começaram a desenvolver protótipos de armas biológicas. Diversos testes foram realizados em Anda, localizada no norte de Harbin, a cerca de duas horas de trem de Pingfang. No verão de 1941, foi realizado neste local um teste com uma “bomba de porcelana” repleta de pulgas infectadas com peste bubônica. Para isso, 15 prisioneiros foram trazidos e amarrados em estacas preparadas para este fim. Um avião partindo da estação de Pingfan lançou 24 bombas, que explodiram há 100 ou 200 metros do solo, liberando as pulgas infectadas sobre todo o território. Após um intervalo de espera os pacientes eram trazidos novamente a prisão para averiguar se haviam sido infectados com a peste (NIE, 2004).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp1.blogger.com/_pjDSrwNI9S4/SHJL-2cqIBI/AAAAAAAAAWc/4aRbfsAFjGQ/s1600-h/Unit_731.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://bp1.blogger.com/_pjDSrwNI9S4/SHJL-2cqIBI/AAAAAAAAAWc/4aRbfsAFjGQ/s400/Unit_731.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5220318461215514642" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Após esses experimentos em pequena escala, o testes começaram a ser realizados em populações civis no norte e no sul da China. Estas eram excelentes oportunidades para verificar a real eficiência das armas. Para documentar estes experimentos foram realizados vídeos. Nishi Toshihide, ex-chefe de divisão da Unidade 731, relatou que em destes vídeos, assistiu uma expedição realizada na China central em 1940. Inicialmente era mostrado um recipiente cheio de pulgas infestadas com peste bubônica sendo acoplado a fuselagem de um avião. A aeronave decolava, e explicava-se que estava indo em direção a território inimigo. A seguir eram mostradas cenas de tropas chinesas em movimento, e vilas chinesas. Uma nuvem de fumaça era vista espalhando-se no céu a partir das asas do avião. Ficava claro que a nuvem era formada por pulgas infectadas. Então uma mensagem aparecia na tela: “Operação Concluída”. A seguir, outra mensagem: “Resultados”, e um jornal chinês era apresentado com legendas em japonês. O texto referia-se a uma epidemia grave de peste bubônica que irrompeu na cidade de Nimpo. A cena final era de funcionários chineses desinfetando a área da peste (NIE, 2004).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Por décadas após o fim da guerra, habitantes da área de Harbin, na China, sofreram com surtos de peste bubônica; estes fatos levaram a um processo de cidadãos chineses contra o governo chinês. Sabe-se que por vezes, a Unidade 731 contaminou intencionalmente reservatórios de água de civis, com a intenção de testar armas biológicas. São relatadas ainda contaminação de comida, dispersão aérea de infectantes, e lançamento de pequenas bombas contendo pulgas infectadas. Surtos de peste bubônica, cólera e febre tifóide no leste da China são atribuídos a estas atividades (POWELL, 2006) (KLIETMANN, 2001).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2643889656386007414-1661959222701625983?l=clubedaevidencia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clubedaevidencia.blogspot.com/feeds/1661959222701625983/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://clubedaevidencia.blogspot.com/2008/07/unidade-731-34-do-desenvolvimento-de.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2643889656386007414/posts/default/1661959222701625983'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2643889656386007414/posts/default/1661959222701625983'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clubedaevidencia.blogspot.com/2008/07/unidade-731-34-do-desenvolvimento-de.html' title='Unidade 731 (3/4) Do Desenvolvimento de Armas Biológicas'/><author><name>Ibraim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04917222151259584666</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_pjDSrwNI9S4/SHJL-2cqIBI/AAAAAAAAAWc/4aRbfsAFjGQ/s72-c/Unit_731.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2643889656386007414.post-131747023906488965</id><published>2008-07-01T14:14:00.000-07:00</published><updated>2008-11-13T11:21:48.944-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Polêmicas'/><title type='text'>Unidade 731 (2/4) Experimentos com Prisioneiros</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.nissansilvia.com/wp/wp-content/japanese_flag1.gif"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px;" src="http://www.nissansilvia.com/wp/wp-content/japanese_flag1.gif" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=";font-family:Times New Roman;font-size:100%;"  &gt;Para  as doenças infecciosas, o experimento consistia em infectar artificialmente  os pacientes com comida, água ou ar contaminado e, com o desenvolvimento  da doença dissecá-los vivos (por vezes sem anestesia) para avaliar  o estado de deterioração dos órgãos internos:&lt;/span&gt; &lt;p align="justify"&gt;      &lt;span style=";font-family:Times New Roman;font-size:100%;"  &gt;"Assim  que os primeiros sintomas eram observados, o prisioneiro era levado  de sua cela à sala de dissecção. Ele era amarrado e posto sobre a  mesa, gritando, tentando reagir. Ele era deitado, ainda gritando apavorado.  Um dos médicos enfiava uma toalha em sua boca, e então com um único  golpe rápido de bisturi, ele era aberto.” (CHANG, 1999) (NIE, 2004).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;      &lt;span style=";font-family:Times New Roman;font-size:100%;"  &gt;Dentre  os experimentos realizados, estão descritos infecções pelas bactérias  patógenas &lt;i&gt;Yersinia pestis, Bacillus anthracis, Neisseria gonrorhoeae,  Treponema pallidum, Vibrio cholerae, Ricketsia spp., Francisella tularensis&lt;/i&gt;,  dentre possivelmente outras (BYRD, 2005). A infecção era realizada  com o intuito de se estudar as alterações orgânicas e os sintomas  provocados pelas doenças em diferentes estágios de evolução. As  vivissecções eram realizadas sob o pretexto de que após a&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Times New Roman;font-size:100%;"  &gt; morte,  a autólise subseqüente impediria avaliação precisa dos efeitos das  doenças, sendo necessária a avaliação a fresco do órgão (BYRD,  2005). &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;     &lt;span style=";font-family:Times New Roman;font-size:100%;"  &gt;Dentre  outras experiências, realizava-se&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.kimsoft.com/unit731.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 245px; height: 182px;" src="http://www.kimsoft.com/unit731.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=";font-family:Times New Roman;font-size:100%;"  &gt; amputação de membros seguida de  hemorragias não controladas, visando simular situação de batalha;  sepultamento de pessoas vivas e avaliação de efeitos da necrose e  da gangrena sobre a pela humana. Também há relatos de induções experimentais  de acidentes vasculares cerebrais, infartos agudos do miocárdio, embolismo  gasoso, dentro outros (BYRD, 2005). &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;      &lt;span style=";font-family:Times New Roman;font-size:100%;"  &gt;Os  prisioneiros morriam em decorrência dos experimentos ou eram assassinados  quando não mais necessários.  Apesar da maioria deles serem homens  entre 20 e 40 anos, testemunham confirmam a presença de crianças e  mulheres grávidas nos experimentos fatais. Além disso, a equipe da  unidade 731, afirma ter testemunhado atos sexuais forçados, por prisioneiros  infectados, com objetivo de se estudar doenças sexualmente transmissíveis  (NIE, 2004) (POWELL, 2006).&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;      &lt;span style=";font-family:Times New Roman;font-size:100%;"  &gt;Outro  ramo de pesquisas da Unidade 731 era a medicina dos extremos, especificamente  a fisiologia do congelamento. Em um experimento, cinco prisioneiros  foram colocados em um ambiente com temperatura abaixo de zero, vestidos  com agasalhos, estando apenas com os braços expostos ao frio. Para  acelerar o processo de congelamento (ou simular o vento em batalhas),  grandes ventiladores eram colocados próximos aos prisioneiros. Isto  era feito até que os braços, ao serem percutidos, emitissem um som  semelhante ao de um material rígido. A partir de então, os pesquisadores  tentavam diferentes formas de tratamento, muitas das quais sem sucesso  (Peter Li). Outras vezes os pacientes permaneciam com as mãos imersas  em águas geladas por horas, ou eram levados a montanhas onde permaneciam  descalços por horas. Após o congelamento, eles eram levadas a uma  sala e forçadas a colocarem suas mãos ou pés em vasilhames de água  a 5° C, cuja temperatura ia subindo gradualmente. Um dos membros da  Unidade 731, Karakazu Saturu relatou o seguinte fato:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;      &lt;span style=";font-family:Times New Roman;font-size:100%;"  &gt;“Quando  eu entrei no laboratório da prisão, cinco chineses estavam sentados  em um banco longo, dois destes não tinham dedo algum, suas mãos estavam  negras; nos três restantes os ossos eram visíveis. Eles tinham dedos,  mas apenas os ossos. Yushimura [o encarregados pelas pesquisas de congelamento]  disse-me que isso era resultado dos experimentos com frio” (NIE, 2004).  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2643889656386007414-131747023906488965?l=clubedaevidencia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clubedaevidencia.blogspot.com/feeds/131747023906488965/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://clubedaevidencia.blogspot.com/2008/07/unidade-731-24-experimentos-com.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2643889656386007414/posts/default/131747023906488965'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2643889656386007414/posts/default/131747023906488965'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clubedaevidencia.blogspot.com/2008/07/unidade-731-24-experimentos-com.html' title='Unidade 731 (2/4) Experimentos com Prisioneiros'/><author><name>Dusi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2643889656386007414.post-7118406784906953776</id><published>2008-06-25T14:49:00.000-07:00</published><updated>2008-11-13T11:21:48.945-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Polêmicas'/><title type='text'>Unidade 731 - O Surgimento</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Esta semana para variarmos um pouco, publicarei um trabalho de história da medicina, escritos por mim, e pelo Guilherme (83). Existe pouco escrito atualmente sobre a a Unidade 731 no Brasil, portanto, acredito que seja do interesse de muitos. O intervalo entre as postagens será menor, ocorrendo a cada 4 ou 5 dias.  Não esqueça de nos adicionar a seus Favoritos no menu a direita.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;Do Surgimento da Unidade 731&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_pjDSrwNI9S4/SGK_A8GYSSI/AAAAAAAAAWA/PPWmtWJ6l1o/s1600-h/japanese_flag.gif"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://4.bp.blogspot.com/_pjDSrwNI9S4/SGK_A8GYSSI/AAAAAAAAAWA/PPWmtWJ6l1o/s400/japanese_flag.gif" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5215941341302245666" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;Apesar de uma longa história de esforços e lutas na tentativa de salvar vidas e reduzir o sofrimento dos pacientes, algumas vezes a medicina tem sido usada para fins distorcidos. O conhecimento adquirido capaz de curar, também pode ser usado para aumentar a eficiência de matar. Um exemplo reconhecido mundialmente foram os estudos nazistas realizados em campos de concentração durante a segunda guerra mundial. Poucos sabem, no entanto, que o oriente apresentou um modelo bem parecido no mesmo período histórico. Entre 1932 e 1945, médicos japoneses realizaram inúmeros experimentos com prisioneiros de guerras e civis, incluindo tratamentos desumanos e vivisseções (NIE, 2002).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Partindo da observação real de que mais soldados morriam de causas infecciosas do que em batalhas, o governo japonês criou diversas unidades para a pesquisa de prevenção de doenças em soldados japoneses, bem como estudos que pudessem aumentar a mortalidade infecciosa em inimigos militares ou civis (POWELL, 2006). Acredita-se que ao longo de 13 anos de pesquisa, 10.000 cobaias humanas tenham perdido suas vidas diretamente e que outros 200.000 teriam morrido em conseqüência de surtos epidêmicos. Dentre as vítimas haviam chineses, russos, coreanos, europeus e americanos (KLIETMANN, 2001)(CHANG, 1999).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_pjDSrwNI9S4/SGK_Y9E9TjI/AAAAAAAAAWQ/8c3iuHnU1tU/s1600-h/Shiro-ishii.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 230px; height: 326px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_pjDSrwNI9S4/SGK_Y9E9TjI/AAAAAAAAAWQ/8c3iuHnU1tU/s400/Shiro-ishii.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5215941753881579058" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;A mais famosa dessas unidades de pesquisa é conhecida como Unidade 731, tendo sido coordenada pelo general Shiro Ishii (foto), anteriormente professor de cirurgia da Universidade de Kyoto (WATTS, 2002). Criada em 1936, com sede localizada na região da Manchúria, na cidade de Pingfang, próxima a Harbin, a Unidade 731 chegou a ocupar 150 edificações e possuir 3000 funcionários, além de diversas unidades subsidiárias como as unidades 1855 (em Beijing), 200 (na Manchúria) e 9420 (em Cingapura) (BYRD, 2005). Na época recebeu o nome fictício de “Escritório de Purificação e Descontaminação de Reservatórios de Água”, não chamando qualquer atenção até próximo do fim da guerra (KLIETMANN, 2001) (CHANG, 1999).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Apesar de não ter assinado a Convenção de Genebra, que versa sobre a proibição de usos de armas biológicas, o governo japonês manteve suas equipes de pesquisa de armas biológicas em sigilo. As principais pesquisas realizadas pela unidade 731 consistiam em estudos sobre cólera, peste bubônica, malária, condições extremas e doenças sexualmente transmissíveis (altamente prevalente entre soldados de qualquer nação). Apesar da maioria dos pacientes terem sido prisioneiros de&lt;/span&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;   &lt;/span&gt;guerra, alguns eram civis raptados nas vilas conquistadas&lt;/span&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;                              &lt;span style="font-size:100%;"&gt; da&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt; China, da Rússia e da Coréia.&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;A partir do momento em que eram alocados em pesquisas, os indivíduos perdiam seus    nomes   e&lt;br /&gt;recebiam números de identificação. Entre os funcionários da Unidade, eram conhecidos como &lt;i style=""&gt;maruta&lt;/i&gt;, isto é “toras de madeira”. Essa despersonificação dos prisioneiros demonstra que, como nas pesquisas nazistas, estes não eram reconhecidos como seres humanos, mas apenas como cobaias (NIE, 2004).&lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;      &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:180%;" &gt;Bibliografia&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;" lang="EN-US"&gt;POWELL, T., &lt;i style=""&gt;Cultural context in medical ethics: lessons from Japan&lt;/i&gt;. Philosophy, Ethics and Humanities in Medicine. 2006 Apr 3;1(1):E4. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;" lang="EN-US"&gt;WATTS, J., &lt;i style=""&gt;Victims of Japan's notorious Unit 731 sue&lt;/i&gt;. The Lancet. 2002 Aug 24;360(9333):628. (WATTS, 2002)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;" lang="EN-US"&gt;NIE, J.B., &lt;i style=""&gt;Japanese doctors' experimentation in wartime China&lt;/i&gt;. The Lancet. 2002 Dec;360 Suppl:s5-6.&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;(NIE, 2002)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;" lang="EN-US"&gt;NIE J.B., &lt;i style=""&gt;The West's dismissal of the Khabarovsk trial as 'communist propaganda': ideology, evidence and international bioethics&lt;/i&gt;. Journal of Bioethical Inquiry. 2004;1(1):32-42. (NIE, 2004)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;" lang="EN-US"&gt;KLIETMANN, W.F.; Ruoff, K.L., &lt;i style=""&gt;Bioterrorism: implications for the clinical microbiologist&lt;/i&gt;. Clinical Microbiology Reviews. 2001 Apr;14(2):364-81. (KLIETMANN, 2001).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;" lang="EN-US"&gt;CHANG, I. et al. &lt;i style=""&gt;The Asian-Pacific War, 1931–1945: Japanese atrocities and the quest for post-war reconciliation&lt;/i&gt;. East Asia Volume 17, Number 1 / March, 1999 ISSN 1096-6838 (CHANG, 1999)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;" lang="EN-US"&gt;BYRD, G.D., &lt;i style=""&gt;General Ishii Shiro: His Legacy is that of Genius and Madman&lt;/i&gt;. Thesis presented to the faculty of the Department of History East Tennessee State University, May, 2005, disponível no sítio http://etd-submit.etsu.edu/etd/theses/available/etd-0403105-134542/unrestricted/ByrdG042805f.pdf (BYRD, 2005)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2643889656386007414-7118406784906953776?l=clubedaevidencia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clubedaevidencia.blogspot.com/feeds/7118406784906953776/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://clubedaevidencia.blogspot.com/2008/06/unidade-731.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2643889656386007414/posts/default/7118406784906953776'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2643889656386007414/posts/default/7118406784906953776'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clubedaevidencia.blogspot.com/2008/06/unidade-731.html' title='Unidade 731 - O Surgimento'/><author><name>Ibraim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04917222151259584666</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_pjDSrwNI9S4/SGK_A8GYSSI/AAAAAAAAAWA/PPWmtWJ6l1o/s72-c/japanese_flag.gif' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2643889656386007414.post-2644033194876255838</id><published>2008-06-22T06:14:00.000-07:00</published><updated>2008-11-13T15:34:44.108-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Nutrição'/><title type='text'>Crianças podem ser vegan?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_KaD2pXIV36E/SF5d1rIvmiI/AAAAAAAAAsU/9rUa-dWQNkE/s1600-h/vegan2.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://2.bp.blogspot.com/_KaD2pXIV36E/SF5d1rIvmiI/AAAAAAAAAsU/9rUa-dWQNkE/s200/vegan2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5214708595235461666" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Alimentação vegan é polêmica por definição. A notícia da morte de uma criança vegan, por desnutrição, na Inglaterra, suscitou a dúvida de quão adequada seria essa dieta para crianças. Comumente, dietas vegetarianas são menos calóricas que dietas tradicionais onívoras. Esta restrição calórica é vantajosa para quem quer perder peso, contudo, poderia causar estragos no crescimento e desenvolvimento de uma criança.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Foram descritos casos na literatura de deficiência neurológica grave em uma criança de 14 meses, amamentada por mãe vegan. A causa apontada foi a carência de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Vitamina_b12"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;vitamina B12&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; (na dieta da mãe). A suplementação vitamínica por 10 semanas foi capaz de regredir todas as anormalidades observadas ao &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Eletroencefalograma"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;EEG&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, todavia, a cognição e a linguagem da criança ainda estavam comprometidos à idade de dois anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, um estudo de acompanhamento do crescimento e desenvolvimento de crianças vegan inglesas revelou que, apesar de elas geralmente se encontrarem abaixo do &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Percentil"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;percentil 50&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; das curvas de desenvolvimento padrão, elas estavam dentro do canal, tanto para peso quanto para altura.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_KaD2pXIV36E/SF5hxg35g2I/AAAAAAAAAsk/E31a7Us1ql4/s1600-h/crian%C3%A7as.bmp"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://4.bp.blogspot.com/_KaD2pXIV36E/SF5hxg35g2I/AAAAAAAAAsk/E31a7Us1ql4/s320/crian%C3%A7as.bmp" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5214712921807487842" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Clique para ver em tamanho maior o gráfico altura X idade de meninos vegan, quando comparados ao padrão inglês.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O estudo conclui que a alimentação vegan é capaz de favorecer o crescimento e desenvolvimento normal de uma criança, quando adequadamente balanceada para possíveis deficiências de B12 e Cálcio. As crianças vegan se encontrariam abaixo do percentil 50, segundo o autor, devido a superestimação da curva, feita a partir de média de crescimento infantil (que leva em conta, principalmente, crianças onívoras).&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_KaD2pXIV36E/SF5jjbvnsGI/AAAAAAAAAss/MK25C4NcJCs/s1600-h/vegan1.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer;" src="http://1.bp.blogspot.com/_KaD2pXIV36E/SF5jjbvnsGI/AAAAAAAAAss/MK25C4NcJCs/s320/vegan1.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5214714878935674978" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Como a nossa dieta habitual é muito pobre, geralmente as dietas vegetarianas são mais ricas em vitaminas, por serem mais variadas. Key et al. relatam que os vegetarianos até morrem menos por doenças cardiovasculares. Com as devidas cautelas (principalmente em relação a suplementação de vitamina b12) é possível a alimentação vegetariana para crianças (e para adultos também). Vide o site &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.vegankids.org/"&gt;http://www.vegankids.org.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;_________________________________________________&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Para responder essa pergunta foi feita a busca na Medline nos termos MeSH vegetarianism, com limites para estudos em crianças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Referências:&lt;br /&gt;Schenck et al. Persistence of neurological damage induced by dietary vitamin B12 deficiency in infancy. Archives of Disease in Childhood 1997;77:137–139&lt;br /&gt;Sanders. Growth and development of british vegan children. Am J Clin Nutr 1988;48:822-5&lt;br /&gt;Key et al. Mortality in vegetarians and no-vegetarians. Public Health Nutrition: l ( I ), 33-4&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2643889656386007414-2644033194876255838?l=clubedaevidencia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clubedaevidencia.blogspot.com/feeds/2644033194876255838/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://clubedaevidencia.blogspot.com/2008/06/crianas-podem-ser-vegan.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2643889656386007414/posts/default/2644033194876255838'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2643889656386007414/posts/default/2644033194876255838'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clubedaevidencia.blogspot.com/2008/06/crianas-podem-ser-vegan.html' title='Crianças podem ser vegan?'/><author><name>Natalie</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_KaD2pXIV36E/SF5d1rIvmiI/AAAAAAAAAsU/9rUa-dWQNkE/s72-c/vegan2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2643889656386007414.post-1385263606541464070</id><published>2008-06-17T07:44:00.000-07:00</published><updated>2008-11-13T11:30:17.404-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Doença Cardiovascular'/><title type='text'>Hipertensão causa dor de cabeça?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_pjDSrwNI9S4/SFfUMMIcFWI/AAAAAAAAAVg/_PJCjLe9E6Q/s1600-h/headache.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 287px; height: 269px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_pjDSrwNI9S4/SFfUMMIcFWI/AAAAAAAAAVg/_PJCjLe9E6Q/s400/headache.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5212868399584777570" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;É freqüente em consultórios pacientes que se queixem de dores de cabeça relacionadas a picos hipertensivos. Muitas vezes os pacientes sequer chegam a aferir a pressão, mas "sabem" que a dor é decorrente de hipertensão.  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;               &lt;/span&gt;Em 1923, Janeway afirmou que enxaquecas eram comuns em pacientes com hipertensão, desde então a relação entre a pressão arterial e dores de cabeça foram examinadas em diversos estudos. No entanto, existe uma grande contradição se associações entres os 2 elementos realmente existem. A maioria dos estudos, por serem retrospectivos ou transversais, não são capazes de demonstrar, por princípio, qualquer relação de causa e efeitos. Sendo assim, após busca no PubMed*, escolhi um artigo prospectivo realizado na Noruega com 22.685 adultos.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;                &lt;/span&gt;O estudo foi realizado com dados de duas pesquisas epidemiológicas: o HUNT-1 (realizado entre 1984 e 1986) e o HUNT-2 (realizado entre 1995 e 1997). Em ambas as pesquisas valores de altura, peso, pressão arterial, pulso e nível de glicose foram examinadas. Infelizmente, no HUNT-1 não havia questionário sobre freqüência de dores de cabeça, isso representa certa limitação, mas não invalida o estudo.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;                &lt;/span&gt;Sendo um estudo prospectivo, desejava-se analisar se indivíduos com hipertensão estudados em 1984-1986 tinham maior chance de apresentar dores de cabeça ou enxaquecas. O preferível seria escolher pacientes que não apresentassem cefaléias&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;em 1984-86. Como infelizmente isso não foi possível, foram selecionados os pacientes que referiram não ter usado analgésicos no mês anterior a pesquisa (essa pergunta estava presente no HUNT-1). Para evitar que fármacos anti-hipertensivos interferissem no resultado, a análise estatística foi repetida excluindo os 3.678 pacientes que usavam medicações.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;                &lt;/span&gt;O risco relativo de desenvolver dor de cabeça relacionado a pressão arterial aferida 11 anos antes pode ser conferida na tabela abaixo:&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_pjDSrwNI9S4/SFfSS5civnI/AAAAAAAAAVY/L5_p4Fl9cds/s1600-h/Novo%28a%29+Windows+BMP+Image.JPG"&gt;&lt;img style="cursor: pointer;" src="http://3.bp.blogspot.com/_pjDSrwNI9S4/SFfSS5civnI/AAAAAAAAAVY/L5_p4Fl9cds/s400/Novo%28a%29+Windows+BMP+Image.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5212866315804655218" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;A resolução da imagem está baixa, mas se você clicar nela, é possível ler melhor os dados.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;                &lt;/span&gt;Resumindo, pressões sistólicas altas tendiam a ter uma associação com menor prevalência de dor de cabeça em todas as faixas etárias. Em ambos os sexos existia uma forte linha de tendência (p&lt;0,002)&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;                &lt;/span&gt;Uma análise transversal dos dados do HUNT-2 apontam que altas pressões sistólicas estavam associadas à menor prevalência de cefaléia, sendo estatisticamente significante apenas no grupo "Todos tipos de dor de cabeça" e "Dor não-enxaquecosa" em mulheres.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;                &lt;/span&gt;Uma possível explicação biológica para a relação inversa entre pressão arterial sistólica e o risco de cefaléia pode ser um fenômeno denominado "hipoalgesia associada a hipertensão". Isto é, sabe-se que pacientes (e também ratos) com pressão alta apresentam menos dor. Acredita-se que o mecanismo envolva baroreflexos interferindo nos estímulos de dor.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;                &lt;/span&gt;Vale lembrar que apesar dos resultados deste estudo, casos de hipertensão graves e específicos cursam com cefaléia, dois exemplos clássicos são a eclâmpsia e o feocromocitoma.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;___________________________________________________________________&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;*Pesquisado no &lt;a href="http://www.pubmed.com/"&gt;http://www.pubmed.com/&lt;/a&gt; artigos com os termos “BLOOD PRESSURE” e “HEADACHE”, com limites para “título” e “estudos em humanos publicados nos últimos 10 anos em inglês/português/francês”, e houve retorno de 13 artigos. Foi escolhida o artigo:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/11909904?ordinalpos=10&amp;amp;itool=EntrezSystem2.PEntrez.Pubmed.Pubmed_ResultsPanel.Pubmed_RVDocSum"&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt;Hagen K, Stovner LJ, Vatten L, Holmen J, Zwart JA, Bovim G.&lt;b style=""&gt;Blood pressure and risk of headache: a prospective study of 22 685 adults in Norway&lt;/b&gt;.&lt;i style=""&gt;J Neurol Neurosurg Psychiatry. &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="" lang="FR"&gt;&lt;a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/11909904?ordinalpos=10&amp;amp;itool=EntrezSystem2.PEntrez.Pubmed.Pubmed_ResultsPanel.Pubmed_RVDocSum"&gt;2002 Apr;72(4):463-6.&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2643889656386007414-1385263606541464070?l=clubedaevidencia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clubedaevidencia.blogspot.com/feeds/1385263606541464070/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://clubedaevidencia.blogspot.com/2008/06/hipertenso-causa-dor-de-cabea.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2643889656386007414/posts/default/1385263606541464070'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2643889656386007414/posts/default/1385263606541464070'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clubedaevidencia.blogspot.com/2008/06/hipertenso-causa-dor-de-cabea.html' title='Hipertensão causa dor de cabeça?'/><author><name>Ibraim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04917222151259584666</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_pjDSrwNI9S4/SFfUMMIcFWI/AAAAAAAAAVg/_PJCjLe9E6Q/s72-c/headache.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2643889656386007414.post-4878245054158804267</id><published>2008-06-10T08:05:00.000-07:00</published><updated>2008-11-13T11:23:22.944-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Nutrição'/><title type='text'>Existe evidência que suplementos vitamínicos são benéficos?</title><content type='html'>&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_pjDSrwNI9S4/SE6ZycW-XMI/AAAAAAAAAU4/nTLy0tfoGeg/s1600-h/margaridas.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://4.bp.blogspot.com/_pjDSrwNI9S4/SE6ZycW-XMI/AAAAAAAAAU4/nTLy0tfoGeg/s400/margaridas.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5210270910799305922" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O estresse oxidativo está envolvido na fisiopatogenia de muitas doenças e no processo natural de envelhecimento. Estima-se que 10 a 20% da população adulta dos Estados Unidos e Europa (80 – 160 milhões de pessoas) consumam suplementos antioxidantes, acreditando preservar sua saúde e prevenir doenças. Os antioxidantes deveriam diminuir os danos oxidativos às células e aumentar a expectativa de vida. Entretanto, as evidências de que suplementações são benéficas, não estão bem firmadas. Alguns estudos não encontram nenhuma evidência de que eles prolonguem a vida, ao contrário, seus dados alertam para a probabilidade de encurtá-la. Há um grande número de publicações científicas a respeito, mas poucas de boa qualidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, o objetivo desta edição do Clube de Evidência foi analisar os benefícios e malefícios da suplementação antioxidante na prevenção primária (na população geral) e secundária (pacientes com certas doenças), excetuando-se os casos de prevenção terciária (utilização da suplementação para fins terapêuticos). Para tanto, foi buscado no Pubmed artigos com os termos “antioxidant supplements” e “primary and secondary prevention” com um total de 12 artigos, sendo 8 deles revisões. Para discutir a questão, foi escolhido uma metanálise do JAMA (The Journal of American Medical Association), publicado em fevereiro de 2007: “Mortality in Randomized Trials of Antioxidant Supplemnts for Primary and Secondary Prevention”.&lt;br /&gt;O artigo seguiu o método Cochrane Collaboration de seleção e separou dados de 68 trials randomizados, com um total de 232.606 participantes. Dividiu então os artigos em subgrupos de acordo com a qualidade metodológica e o risco de superestimar efeitos das variáveis. 47 artigos (69,1%) apresentavam baixo risco de superestimar dados (estudos duplo-cegos, boa aleatoriedade e acompanhamento) e 21 artigos (30,9%) apresentavam alto risco de superestimar dados. Analisou a heterogenicidade dos grupos, a qual não era significativa e permitia que os dados dos grupos fossem compilados. Dados relacionados às doses, duração da suplementação e a finalidade de prevenção primária ou secundária não foram estatisticamente significantes quando correlacionados com a mortalidade.&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_pjDSrwNI9S4/SE6aILkTXlI/AAAAAAAAAVA/ScD2eFm_Xn4/s1600-h/vitamins.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://4.bp.blogspot.com/_pjDSrwNI9S4/SE6aILkTXlI/AAAAAAAAAVA/ScD2eFm_Xn4/s400/vitamins.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5210271284248927826" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os dados refletiam que o uso exclusivo do beta caroteno aumentou significativamente a mortalidade. Este efeito não foi significativo quando o mesmo foi combinado com outros suplementos. Após retirar os estudos que apresentavam alto risco de superestimar dados, o uso exclusivo ou combinado do beta caroteno foi relacionado significativamente com o aumento da mortalidade. O uso exclusivo ou combinado da vitamina A ou da vitamina E não aumentou significativamente a mortalidade; contudo, após retirar os dados dos estudos de alto risco, o uso exclusivo ou combinado de vitamina A ou da vitamina E foi relacionado significativamente com o aumento da mortalidade. O uso exclusivo ou combinado da vitamina C não aumentou significativamente a mortalidade, mesmo após exclusão dos dados dos artigos de alto risco. O uso exclusivo ou combinado de selênio apresentou diminuição significativa da mortalidade, contudo após extração dos dados dos artigos de alto risco, o uso exclusivo ou combinado do selênio não teve influência significativa na mortalidade. O índice geral de aumento de mortalidade foi de 5%.&lt;br /&gt;Assim, concluiu-se que não há evidências de que a suplementação antioxidante tenha efeitos benéficos na mortalidade. E ainda que o uso exclusivo ou combinado de betacaroteno, vitamina A e vitamina E aumentam significativamente a mortalidade. Não há evidência que o uso de vitamina C aumenta a longevidade e faltam dados para refutar seu potencial negativo na sobrevida dos seus usuários. O selênio tende a reduzir a mortalidade, mas são necessárias mais pesquisas para elucidar a questão. Confirmou-se também que estudos que utilizam metodologia inadequada superestimam efeitos destas suplementações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/17327526?ordinalpos=2&amp;amp;itool=EntrezSystem2.PEntrez.Pubmed.Pubmed_ResultsPanel.Pubmed_RVDocSum"&gt;&lt;span style=";font-family:Times;font-size:100%;"  &gt;&lt;span style="font-family:Times;"&gt;Goran Bjelakovic; Dimitrinka Nikolova; Lise Lotte Gluud; et al., &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Mortality in randomized trials of antioxidant supplements for primary and secondary prevention: systematic,  review and meta-analysis. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;JAMA &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;2007;297(8):842-857 (doi:10.1001/jama.297.8.842)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Relatora: Luciana (81)&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;TE AMO MINHA LINDA!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2643889656386007414-4878245054158804267?l=clubedaevidencia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clubedaevidencia.blogspot.com/feeds/4878245054158804267/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://clubedaevidencia.blogspot.com/2008/06/existe-evidncia-que-suplementos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2643889656386007414/posts/default/4878245054158804267'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2643889656386007414/posts/default/4878245054158804267'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clubedaevidencia.blogspot.com/2008/06/existe-evidncia-que-suplementos.html' title='Existe evidência que suplementos vitamínicos são benéficos?'/><author><name>Ibraim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04917222151259584666</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_pjDSrwNI9S4/SE6ZycW-XMI/AAAAAAAAAU4/nTLy0tfoGeg/s72-c/margaridas.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2643889656386007414.post-3256398512432316422</id><published>2008-06-01T06:38:00.001-07:00</published><updated>2008-06-20T10:13:58.631-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Clube Da Evidência'/><title type='text'>Como montar um clube da evidência?</title><content type='html'>&lt;span style=";font-family:georgia;font-size:100%;"  &gt;A proposta do clube da evidência é baseada em experiências anteriores descritas de clubes da revista, adaptados para a realidade do estudante de Medicina da UnB. Algumas valiosas dicas foram retiradas do editorial publicado em &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style=";font-family:georgia;font-size:100%;"  &gt;2004 &lt;span style="font-style: italic;"&gt;(What makes evidence-based journal clubs succeed? Phillips and Glasziou &lt;/span&gt;&lt;em style="font-style: italic;"&gt;Evid Based Med.&lt;/em&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;2004;  9: 36-37) &lt;/span&gt;e mostraram-se fundamentais para a construção do clube, entre elas:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style=";font-family:georgia;font-size:100%;"  &gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Organização cíclica:&lt;/span&gt; Revezar os papéis é fundamental para aprofundar o envolvimento do estudante com o clube. Contudo, na prática, definir os papéis na reunião anterior só tem funcionado para decidir quem será o relator. O anfitrião e o responsável por pedir a pizza tem sido decididos no início da reunião, sem que isso traga prejuízos para o desenrolar da sessão.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style=";font-family:georgia;font-size:100%;"  &gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Pizza:&lt;/span&gt; Muitas vezes subestimada, a oferta de comida é fundamental para o sucesso das reuniões. Quem tem fome, tem pressa pra sair, e quem tem pressa pra sair não quer discutir o artigo apresentado. O que tem sido feito é pedir uma pizza a ser entregue na faculdade de saúde, cujo preço costuma ser dividido por quem está na reunião.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style=";font-family:georgia;font-size:100%;"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Qual questão responder?&lt;/span&gt; Ao contrário dos clubes da revista, que buscam respostas para questões clínicas específicas, o clube se propõe a trazer a ciência para o dia-a-dia. Desvendar mitos e descobrir tabus científicos é o seu grande objetivo, qualificando-se como um &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;local para desenvolver a imaginação e os questionamentos&lt;/span&gt;, muito além de definir riscos relativos e terapêutica apropriada para determinada enfermidade.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style=";font-family:georgia;font-size:100%;"  &gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Registro das reuniões:&lt;/span&gt; Nos clubes da revista tradicionais, a resposta à dúvida clínica é estruturada em formatos pré-definidos, normalmente &lt;a href="http://www.bestbets.org/background/betscats.html"&gt;BETs e CATs&lt;/a&gt;. Esse formato não se adequou a proposta do clube da evidência, então temos nos restringido a arquivar cópias dos artigos discutidos a cada sessão e divulgá-los neste blog.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style=";font-family:georgia;font-size:100%;"  &gt;Por fim, para montar um clube da evidência basta poucas pessoas, alguma desenvoltura em pesquisa de artigos (que é aprendida com o tempo), alimentação barata e divulgação do assunto da reunião previamente (email, quadro branco, cartazes...).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style=";font-family:georgia;font-size:100%;"  &gt;Um dos artigos que nos orientaram:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style=";font-family:georgia;font-size:100%;"  &gt;Rose Hatala, Sheri A. Keitz,Mark C. Wilson, Gordon Guyatt,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style=";font-family:georgia;font-size:100%;"  &gt;Beyond Journal Clubs: Moving Toward an Integrated Evidence-Based Medicine Curriculum J GEN INTERN MED 2006; 21:538–541.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2643889656386007414-3256398512432316422?l=clubedaevidencia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clubedaevidencia.blogspot.com/feeds/3256398512432316422/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://clubedaevidencia.blogspot.com/2008/06/como-montar-um-clube-da-evidncia.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2643889656386007414/posts/default/3256398512432316422'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2643889656386007414/posts/default/3256398512432316422'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clubedaevidencia.blogspot.com/2008/06/como-montar-um-clube-da-evidncia.html' title='Como montar um clube da evidência?'/><author><name>Natalie</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2643889656386007414.post-7012478271483056623</id><published>2008-05-23T04:11:00.000-07:00</published><updated>2008-11-13T11:32:20.758-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Colesterol'/><title type='text'>Estatinas funcionam em pacientes que nunca tiveram infarto?</title><content type='html'>Atualmente, tem havido uma grande euforia em relação aos medicamentos genericamente chamados estatinas (atorvastatina, sinvastatina, pravastatina etc.) – inibidores da enzima HMG-CoA redutase. Com estudos científicos comprovando sua eficácia em reduzir morbimortalidade em pacientes que já foram vítimas de eventos cardiovasculares, tais medicamentos pareceram boas opções a mudanças no estilo de vida para hábitos e alimentação mais saudáveis. Entretanto, apesar da forma como é comumente usada na prática clínica, os efeitos das estatinas em pacientes que não tiveram eventos cardiovasculares maiores significativos (infarto do miocárdio fatal ou não e acidente vascular cerebral) não estão completamente elucidados.&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5203530979364874162" style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center;" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_fpWYVY22q8I/SDan2zLIp7I/AAAAAAAAAAM/x6QuoYlVtas/s320/estatina.jpg" border="0" /&gt; &lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;        Portanto, a intenção dessa edição do &lt;strong&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 102, 204);"&gt;Clube de Evidência&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; foi determinar o papel das estatinas na prevenção primária de eventos cardiovasculares. Para tanto, foi pesquisado no &lt;a href="http://www.pubmed.com/"&gt;http://www.pubmed.com/&lt;/a&gt; artigos com os termos “primary prevention” e “statin”, com limites para “título” e “estudos em humanos publicados nos últimos 5 anos em inglês/português”, e houve retorno de 7 artigos. Foi escolhida uma meta-análise de 2006: &lt;em&gt;Primary prevention of Cardiovascular diseases with statin therapy: a meta-analysis of randomized controlled trials.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;Esse estudo reuniu 7 ensaios clínicos randomizados de alta qualidade metodológica (índice de Jadad), analisando um total de 42848 pacientes. Para analisar a prevenção primária, todos os estudos tinham pelo menos 80% dos pacientes na prevenção primária (sem eventos cardiovasculares prévios) – média de 90% na prevenção primária –, e seguimento médio de 4.3 anos.&lt;br /&gt;         Essa meta-análise concluiu que apesar de não diminuir significantemente a mortalidade cardiovascular ou mortalidade total [reduções de 22,6% (P = 0,13) e 8% (P=0,09), respectivamente]. Os autores atribuíram esses coeficientes de mortalidade não alterados a um tempo relativamente baixo de seguimento (4,3 anos) e ao enfoque, nos estudos, em pacientes com riscos cardiovasculares mais baixos (Framinghmam, moderado e moderado-alto). Entretanto, apesar de não haver efeitos estatisticamente comprovados sobre a mortalidade, as estatinas foram eficazes em relação ao número de infartos do miocárdio (fatais ou não), com redução de 29,2% (P &lt; p =" 0,02)."&gt;&lt;div align="justify"&gt;             Os autores reafirmam que, apesar de redução de 22,6% no número de infartos do miocárdio, o NNR desse estudo é 60:1 (ou seja, 60 pessoas devem ser tratadas com estatinas para que apenas 1 evento seja impedido), e isso tem implicações em saúde pública. Sendo um medicamento disponibilizado no SUS, deve-se analisar a relação custo-benefício de sua terapia. O estudo indica que essa relação é válida para pacientes com alto risco de eventos cardiovasculares (Framingham, &gt;20% em 10 anos ou outras co-morbidades, como diabetes mellitus), mas não é em pacientes com baixo risco (Framingham, &lt;10% size="2"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Referência:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Primary prevention of cardiovascular diseases with statin therapy: a meta-analysis of randomized controlled trials. &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/17130382?ordinalpos=4&amp;amp;itool=EntrezSystem2.PEntrez.Pubmed.Pubmed_ResultsPanel.Pubmed_RVDocSum"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;Thavendiranathan P, Bagai A, Brookhart MA, Choudhry NK.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;Arch Intern Med. 2006 Nov 27;166(21):2307-13. Review.&lt;/em&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5203532001567090642" style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center;" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_fpWYVY22q8I/SDaoyTLIp9I/AAAAAAAAAAc/zESpTPzYuzw/s200/estatina+turner.JPG" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_fpWYVY22q8I/SDaoVzLIp8I/AAAAAAAAAAU/j8_v3wmA-8c/s1600-h/estatina+turner.JPG"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2643889656386007414-7012478271483056623?l=clubedaevidencia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clubedaevidencia.blogspot.com/feeds/7012478271483056623/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://clubedaevidencia.blogspot.com/2008/05/estatinas-funcionam-em-pacientes-que.html#comment-form' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2643889656386007414/posts/default/7012478271483056623'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2643889656386007414/posts/default/7012478271483056623'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clubedaevidencia.blogspot.com/2008/05/estatinas-funcionam-em-pacientes-que.html' title='Estatinas funcionam em pacientes que nunca tiveram infarto?'/><author><name>Pablo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01064476780233502934</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_fpWYVY22q8I/SDan2zLIp7I/AAAAAAAAAAM/x6QuoYlVtas/s72-c/estatina.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2643889656386007414.post-6273629672239370699</id><published>2008-05-16T06:07:00.000-07:00</published><updated>2008-08-07T08:13:39.783-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Exercício físico'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;   Alongamento e aquecimento reduze&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;m o risco de lesões musculares?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_pjDSrwNI9S4/SC2I1ZliFCI/AAAAAAAAAUw/1XoqV1G6bdM/s1600-h/along.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer;" src="http://3.bp.blogspot.com/_pjDSrwNI9S4/SC2I1ZliFCI/AAAAAAAAAUw/1XoqV1G6bdM/s400/along.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5200963595665544226" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;    Lesões musculares são um dos maiores problemas dos atletas atualmente, sendo responsáveis por mais que 30% de todas as consultas de clínicas esportivas. Inicialmente, acreditava-se que o aquecimento e o alongamento teriam importante papel no exercícios, ao reduzir os riscos de lesões. No entanto, um pesquisa publicada em 2000 por &lt;a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/10694106?ordinalpos=1&amp;amp;itool=EntrezSystem2.PEntrez.Pubmed.Pubmed_ResultsPanel.Pubmed_RVDocSum"&gt;Pope et al&lt;/a&gt;, não demonstrou redução de lesões em soldados americanos que realizavam aquecimento e alongamento antes de atividades físicas.Desde então, vários pesquisadores têm publicado artigos demonstrando ou negando a redução de lesões com essas técnicas. Muito dessas contradições devem-se a dificuldade de padronizar a definição de aquecimento, alongamento e lesões.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/18027995?ordinalpos=1&amp;amp;itool=EntrezSystem2.PEntrez.Pubmed.Pubmed_ResultsPanel.Pubmed_RVDocSum"&gt;O review*mais recente  (Woods)&lt;/a&gt;  aponta que o aquecimento aumenta a velocidade das reações metabólicas, a velocidade de transmissão nervosa, a distensibilidade muscular. O alongamento teria a função de aumentar a distensibilidade muscular (sendo maior nos primeiros 15 minutos, mas durando até 24 horas), e a longo-prazo melhorar a qualidade de vida e aumentar permanente a elasticidade muscular. O aumento da distensibilidade reduz o risco de lesões musculares por superestiramento, e aumenta a capacidade do atleta assumir posições menos usuais em momentos de choque.&lt;br /&gt;O estudo de &lt;a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/1621533?ordinalpos=1&amp;amp;itool=EntrezSystem2.PEntrez.Pubmed.Pubmed_ResultsPanel.Pubmed_RVDocSum"&gt;Bixlar et Jones&lt;/a&gt; demonstrou que aquecimento e alongamento  entre o 3° e 4° tempo de um jogo de futebol americano, reduziu significativamente o risco de lesões musculares nos atletas (004 vs 0,46 p&lt;0,05). p=" 0,05)," style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;*Busca no Pubmed com "stretching warm-up exercise" com os limites de artigos em humanos publicados nos últimos 5 anos e escritos em inglês revela 25 arigos, sendo 10 relevantes.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/18027995?ordinalpos=1&amp;amp;itool=EntrezSystem2.PEntrez.Pubmed.Pubmed_ResultsPanel.Pubmed_RVDocSum"&gt;Woods K et al. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Warm-up and stretching in the prevention of muscular injury&lt;/span&gt;. Sports Med. 2007;37(12):1089-99.&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2643889656386007414-6273629672239370699?l=clubedaevidencia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clubedaevidencia.blogspot.com/feeds/6273629672239370699/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://clubedaevidencia.blogspot.com/2008/05/alongamento-e-aquecimento-reduze-m-o.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2643889656386007414/posts/default/6273629672239370699'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2643889656386007414/posts/default/6273629672239370699'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clubedaevidencia.blogspot.com/2008/05/alongamento-e-aquecimento-reduze-m-o.html' title=''/><author><name>Ibraim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04917222151259584666</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_pjDSrwNI9S4/SC2I1ZliFCI/AAAAAAAAAUw/1XoqV1G6bdM/s72-c/along.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2643889656386007414.post-5255546564664834038</id><published>2008-05-15T19:45:00.000-07:00</published><updated>2008-05-15T20:00:15.753-07:00</updated><title type='text'>SEMCIÊNCIA</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_iDPCaHcHjWM/SCStPNpNF9I/AAAAAAAAAzI/coYR5XCmRgw/s1600-h/motor2.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_iDPCaHcHjWM/SCStPNpNF9I/AAAAAAAAAzI/coYR5XCmRgw/s1600-h/motor2.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"Não, os weblogs não vão terminar. É a resposta que dá José Luis Orihuela à pergunta que o próprio coloca. Tudo, porque nada vai voltar a ser como antes.&lt;/span&gt; &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Primeiro, porque foram descobertos com os blogs amplos recursos tecnológicos que estão agora disponíveis para pessoas comuns. E isso é ponto sem retorno. A comunicação social, enquanto comunicação pública e massiva, nunca mais vai voltar a ser um exclusivo dos grandes grupos mediáticos, também agora as pessoas comuns têm possibilidades de publicação a grande escala.&lt;/span&gt; &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Depois, porque o crescimento da blogosfera em termos estatísticos é visível e isso é prova de expansão. E por fim,porque os blogs são um "media líquido", que, não conservando a sua forma, se adapta e modifica em conformidade com as situações que se lhe colocam." (blog&lt;a href="http://www.comciencias.blogspot.com/"&gt; SEMCIÊNCIA&lt;/a&gt;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Os blogs estão ficando bons. Hoje é sem dúvida uma das melhores e mais democráticas formas de comunicação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ler sobre curiosidades em ciência, política, e teoria blogueira &lt;a href="http://www.comciencias.blogspot.com/"&gt;SEMCIÊNCIA&lt;/a&gt; é sem dúvida uma ótima opção.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2643889656386007414-5255546564664834038?l=clubedaevidencia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clubedaevidencia.blogspot.com/feeds/5255546564664834038/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://clubedaevidencia.blogspot.com/2008/05/semcincia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2643889656386007414/posts/default/5255546564664834038'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2643889656386007414/posts/default/5255546564664834038'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clubedaevidencia.blogspot.com/2008/05/semcincia.html' title='SEMCIÊNCIA'/><author><name>Dusi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_iDPCaHcHjWM/SCStPNpNF9I/AAAAAAAAAzI/coYR5XCmRgw/s72-c/motor2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2643889656386007414.post-7641983872421871944</id><published>2008-04-30T08:47:00.000-07:00</published><updated>2008-11-13T11:24:59.541-08:00</updated><title type='text'>Existe base terapêutica na utilização do enema?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A terapia de lavagem intestinal é conhecida como &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Hidrocolonterapia"&gt;hidrocolonterapia&lt;/a&gt;, sendo o enema a introdução de água no intestino, geralmente pelo ânus. Este tipo de terapia baseia-se na antiga teoria da autointoxicação, segundo a qual toxinas acumuladas no trato gastrointestinal são absorvidas pela mucosa, literalmente, envenenando o corpo. A hidrocolonterapia foi muito utilizada, principalmente no século XIX,  todavia, na década de 30, a perseguição política aos terapeutas (nem sempre médicos) e a popularização dos laxantes aliados ao desconhecimento científico sobre o assunto,  provocaram certo desprezo pelo assunto.&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_KaD2pXIV36E/SBiic2SQIGI/AAAAAAAAAsE/6a-n0SR2FBA/s1600-h/coloncleasingkit.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://2.bp.blogspot.com/_KaD2pXIV36E/SBiic2SQIGI/AAAAAAAAAsE/6a-n0SR2FBA/s200/coloncleasingkit.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5195080786663972962" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;                                                                                                                                                        Kit comercial&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pesquisa no pubmed com os termos hidrotherapy AND (colon OR colonic) e limites para Português, Inglês e Francês revela 7 resultados, todos relevantes. Destaca-se apenas um relato de caso de perfuração anal e gangrena com risco de vida. O artigo considerado mais adequado para responder a questão foi o que avaliou o perfil comercial da hidrocolonterapia no Reino Unido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pesquisa avaliou 38 hidrocolonterapeutas registrados na Association of Colonic Hidroterapists e 242 clientes desses, por meio de questionário. Os resultados da pesquisa indicam que a hidrocolonterapia é uma atividade comercial lucrativa, e que isto poderia ser um fator que explicasse a sua prática ainda hoje. Os clientes avaliados mostraram-se insatisfeitos com a medicina tradicional e consideram que a hidrocolonterapia tem sido capaz de resolver os problemas de saúde que os levaram a procurá-la.&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_KaD2pXIV36E/SBiiy2SQIHI/AAAAAAAAAsM/NEwFhwU9hlk/s1600-h/hidrocolonterapia.bmp"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://2.bp.blogspot.com/_KaD2pXIV36E/SBiiy2SQIHI/AAAAAAAAAsM/NEwFhwU9hlk/s200/hidrocolonterapia.bmp" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5195081164621095026" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Tabela do artigo comparando a satisfação dos clientes de hidrocolonterapia com a medicina tradicional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;A hidrocolonterapia tem se mostrado um procedimento seguro e, apesar da ciência não ter sido capaz de comprovar seu funcionamento, ela também não o foi de comprovar seu não-funcionamento.  Dessa forma, ainda não há indícios que permitam descartar a hidrocolonterapia como uma alternativa ao manejo da constipação intestinal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bibliografia:&lt;br /&gt;Colonic Irrigations: A Review of the Historical Controversy and the Potential for Adverse Effects, Richards DG, et cols. Não publicado, disponível em &lt;a href="http://www.blogger.com/www.meridianinstitute.com/reports/Colonic_Irrigation_Full_Review.pdf"&gt;aqui.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Retrograde commercial colonic hydrotherapy,Taffinder J, et cols. Colorectal Disease, 2004. 6, 258–260&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2643889656386007414-7641983872421871944?l=clubedaevidencia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clubedaevidencia.blogspot.com/feeds/7641983872421871944/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://clubedaevidencia.blogspot.com/2008/04/existe-base-teraputica-na-utilizao-do.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2643889656386007414/posts/default/7641983872421871944'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2643889656386007414/posts/default/7641983872421871944'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clubedaevidencia.blogspot.com/2008/04/existe-base-teraputica-na-utilizao-do.html' title='Existe base terapêutica na utilização do enema?'/><author><name>Natalie</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_KaD2pXIV36E/SBiic2SQIGI/AAAAAAAAAsE/6a-n0SR2FBA/s72-c/coloncleasingkit.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2643889656386007414.post-4018349468853348682</id><published>2008-04-23T18:35:00.000-07:00</published><updated>2008-08-07T08:10:22.606-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Câncer'/><title type='text'>Uso de telefone celular está relacionado com risco de câncer?</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_KaD2pXIV36E/SA_vWWSQIFI/AAAAAAAAArs/vj2Me1LJCC8/s1600-h/desespero.png"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://3.bp.blogspot.com/_KaD2pXIV36E/SA_vWWSQIFI/AAAAAAAAArs/vj2Me1LJCC8/s200/desespero.png" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5192632062599766098" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A exposição a radiação ionizante é um dos mecanismos propostos para explicar o surgimento de cancer. Se esta assertiva é verdadeira, então o crescente uso de telefones celulares entre as pessoas poderia ser um fator preocupante, em termos de saúde pública. Caso o mecanismo responsável pela alteração celular, que desencadearia a formação de neoplasmas, seja a exposição direta a radiação, então, estudos que avaliem câncer de cerebros ou de meato acústico são de interessante análise para a resolução dessa questão.Para tanto foram escolhidos dois estudos caso-controle do mesmo autor (Stefan Lönn et cols.), partes de um estudo multicêntrico europeu (INTERPHONE), que analisaram a freqüencia de exposição a radiação ionizante do celular a médio e longo prazo e a ocorrência de câncer de cérebro e meato acústico.&lt;br /&gt;O primeiro incluiu 3,7 milhões de pessoas entre 20-69 anos, sendo 899 casos. Pela análise da razão de chance, foi possível concluir que não houve correlação entre a ocorrência de câncer de cérebro e o uso frequente de telefone celular.&lt;br /&gt;O segundo estudo, sobre cancer do meato acústico, apontou uma chance de 3,1x de ter câncer de meato acústico em usuários de telefone celular a mais de 10 anos.  Vale a pena frizar que este foi o único estudo encontrado que permitiu essa associação pela estratégia de busca:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Termos: (cancer OR neoplasm OR tumor )and ("low frequency fields" OR "cell phone" OR "ELF FIELDS" OR "mobile phone") nos campos Title/Abstract com limites para artigos em Inglês, Francês ou Português.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;O relatório de saúde pública da OMS apontou para numerosas incertezas nesse campo. A maioria dos estudos epidemiológicos apontam para uma forte correlação entre a exposição a radiação ionizante e diagnóstico de leucemia, principalmente em crianças. Contudo, ainda não há evidência experimental que suporte esse fato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Referências&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Lönn S et cols. Mobile Phone Use and the Risk of Acoustic Neuroma, Epidemiology 2004; 15(6)&lt;br /&gt;Lönn S et cols. Long-Term Mobile Phone Use and Brain Tumor Risk. Am J Epidemiol 2005;161(6)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2643889656386007414-4018349468853348682?l=clubedaevidencia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clubedaevidencia.blogspot.com/feeds/4018349468853348682/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://clubedaevidencia.blogspot.com/2008/04/uso-de-telefone-celular-est-relacionado.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2643889656386007414/posts/default/4018349468853348682'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2643889656386007414/posts/default/4018349468853348682'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clubedaevidencia.blogspot.com/2008/04/uso-de-telefone-celular-est-relacionado.html' title='Uso de telefone celular está relacionado com risco de câncer?'/><author><name>Natalie</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_KaD2pXIV36E/SA_vWWSQIFI/AAAAAAAAArs/vj2Me1LJCC8/s72-c/desespero.png' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2643889656386007414.post-3956263866114939087</id><published>2008-04-11T18:54:00.000-07:00</published><updated>2008-11-13T11:24:51.576-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Metodologia Científica'/><title type='text'>Como fazer citações científicas</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Embora regras sejam feitas para serem descumpridas é sempre importante ter as regras "oficiais" em mãos. Use-as apenas para trabalhos que serão avaliados autoritariamente (p.e., por um professor) ou que tem a possibilidade de serem publicados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando na informalidade citaçao deve conter a identificaçao o autor e o caminho completo para que o leitor possa acessar o trabalho citado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste caso basta o link:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/books/bv.fcgi?rid=citmed.TOC&amp;amp;depth=2"&gt;http://www.ncbi.nlm.nih.gov/books/bv.fcgi?rid=citmed.TOC&amp;amp;depth=2&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2643889656386007414-3956263866114939087?l=clubedaevidencia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clubedaevidencia.blogspot.com/feeds/3956263866114939087/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://clubedaevidencia.blogspot.com/2008/04/como-fazer-citaes-cientficas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2643889656386007414/posts/default/3956263866114939087'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2643889656386007414/posts/default/3956263866114939087'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clubedaevidencia.blogspot.com/2008/04/como-fazer-citaes-cientficas.html' title='Como fazer citações científicas'/><author><name>Dusi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2643889656386007414.post-7867729238192250213</id><published>2008-04-06T15:17:00.000-07:00</published><updated>2008-06-20T10:09:28.572-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Placebo'/><title type='text'>Falando em placebo...</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_pjDSrwNI9S4/R_lNI__K0HI/AAAAAAAAAUY/NEaBoksNUrU/s1600-h/placebo.gif"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://1.bp.blogspot.com/_pjDSrwNI9S4/R_lNI__K0HI/AAAAAAAAAUY/NEaBoksNUrU/s400/placebo.gif" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5186261262904512626" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2643889656386007414-7867729238192250213?l=clubedaevidencia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clubedaevidencia.blogspot.com/feeds/7867729238192250213/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://clubedaevidencia.blogspot.com/2008/04/falando-em-placebo.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2643889656386007414/posts/default/7867729238192250213'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2643889656386007414/posts/default/7867729238192250213'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clubedaevidencia.blogspot.com/2008/04/falando-em-placebo.html' title='Falando em placebo...'/><author><name>Ibraim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04917222151259584666</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_pjDSrwNI9S4/R_lNI__K0HI/AAAAAAAAAUY/NEaBoksNUrU/s72-c/placebo.gif' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2643889656386007414.post-4307055194479407195</id><published>2008-04-04T18:09:00.000-07:00</published><updated>2008-06-20T10:07:58.915-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Placebo'/><title type='text'>O efeito placebo</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Introdução&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_a1PQGVU24Gk/R_bTznYUBvI/AAAAAAAAABo/re9H4DGEZu0/s1600-h/agenda_03.gif"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 200px; height: 208px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_a1PQGVU24Gk/R_bTznYUBvI/AAAAAAAAABo/re9H4DGEZu0/s320/agenda_03.gif" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5185564904661452530" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O placebo foi concebido como controle em ensaios clínicos randomizados, para imitar a intervenção em teste, porém sem efeito fisiológicos. (S. D. Dorn et al., 2007) Com o tempo foi observado que o placebo podia provocar respostas extremamente altas em alguns testes. Por exemplo mais de 80% de resposta em testes de tratamento da síndrome do colo irritado e outros efeitos satisfatórios no tratamento da cefaléia e outras doenças (S. Klosterhalfen, P. Enck., 2006). Isso causou interesse por levantar hipóteses de erros metodológicos no desenho do placebo. Além disso o efeito placebo, bem compreendido abre campo para desenvolvimento de intervenções de baixo custo e pouco efeito colateral.&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_a1PQGVU24Gk/R_bTLXYUBuI/AAAAAAAAABg/kve01pBhUok/s1600-h/jesus_curando.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://2.bp.blogspot.com/_a1PQGVU24Gk/R_bTLXYUBuI/AAAAAAAAABg/kve01pBhUok/s320/jesus_curando.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5185564213171717858" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Como funciona&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;o placebo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Uma das explicações para o efeito placebo baseia-se no condicionamento pavloviano, isso principalmente em respostas subconscientes. Assim como o cachorro de Pavlov salivava ao ouvir a campainha é possível condiocionar uma pessoa, por exemplo, a liberar um hormônio. Para provar isso níveis circulantes de GH e cortisol foram condicionados por injeções de sumatrypan. Em seguida sugestões de aumento ou diminuição desses hormônios não funcionaram, porem injeções de cloreto de sódio foram capazes de mimetizar o efeito do sumatrypan.&lt;br /&gt;Outro mecanismo seria a criação de expectativas, que agiria também em processos conscientes. A sugestão de que os tremores em pacientes com parkson diminuiriam após uma cerebral do controle motor. Os pacientes que não receberam a estimulação tiveram os tremores diminuídos na mesma intensidade que aqueles que receberam a estimulação.Outro teste foi feito com voluntários sadios foram condicionados com injeções de opióides por dois dias. No terceiro dia eles experimentavam hipoalgesia a dor experimental após injeção contendo apenas NaCl (S. Klosterhalfen, P. Enck., 2006).&lt;br /&gt;Os estudos a respeito dos mecanismos cerebrais do placebo, embora tenham sido uma das primeiras aplicações das técnicas de imagem cerebral, ainda são muito modestos e apenas mostram uma ativação extra do córtex pré-frontal. Esses achados sugerem, no caso da manipulação de sensações, que a ação acontece alterando a percepção mais que alterando a sensibilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Terapias alternativas são capazes de au&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;men&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_a1PQGVU24Gk/R_bUcHYUBxI/AAAAAAAAAB4/kEK5zHWcl-I/s1600-h/ad_65.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer;" src="http://1.bp.blogspot.com/_a1PQGVU24Gk/R_bUcHYUBxI/AAAAAAAAAB4/kEK5zHWcl-I/s320/ad_65.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5185565600446154514" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;tar o efeito placebo?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Um revisão sistemática do efeito de terapias alternativas sobre o efeito placebo no tratamento da síndrome do colo irritado  foi publicada em 2007.  S. Klosterhalfen e P. Enck concluíram o tipo de terapia não interfere no efeito placebo. No entanto, dentre os estudos selecionados, só restaram terapias com remédios alternativos (plantas medicinais, probióticos e etc). A revisão, portanto, não tocou o cerne da questão, que consiste em terapias com forte apelo psicológico como homeopatia e tratamentos holísticos. Os autores sugerem ainda que outros fatores como a duração do tratamento e maior número de visitas teriam efeito sobre o sucesso do placebo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Conclusão&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;O placebo tem apresentado altíssimo nível de funcionamento em publicações respeitadas. Seu efeito, entretanto, pode ser muito maior. Uma vez que as revisões são feitas muitas vezes com testes cujo foco é a intervenção e não o placebo. Ess&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_a1PQGVU24Gk/R_bVPHYUByI/AAAAAAAAACA/il4HOKikPjY/s1600-h/grupo_medico.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 240px; height: 144px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_a1PQGVU24Gk/R_bVPHYUByI/AAAAAAAAACA/il4HOKikPjY/s320/grupo_medico.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5185566476619482914" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;es trabalhos são muito susceptíveis ao viés de publicação (estudos cujo grupo caso tenham tido mais efeito que o placebo tem mais chance de serem publicadas).&lt;br /&gt;O placebo deveria ser, portanto, um grande foco de interesse da medicina. O seu entendimento propicia intervenções mais seguras e de baixo custo.&lt;br /&gt;A partir da melhor compreensão desse efeito é possível depositar maior respeito em terapias alternativas, e desenvolver o questionamento se a medicina não deveria ser um pouco mais a arte do placebo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2643889656386007414-4307055194479407195?l=clubedaevidencia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clubedaevidencia.blogspot.com/feeds/4307055194479407195/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://clubedaevidencia.blogspot.com/2008/04/introduo-o-placebo-foi-concebido-como.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2643889656386007414/posts/default/4307055194479407195'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2643889656386007414/posts/default/4307055194479407195'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clubedaevidencia.blogspot.com/2008/04/introduo-o-placebo-foi-concebido-como.html' title='O efeito placebo'/><author><name>Dusi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_a1PQGVU24Gk/R_bTznYUBvI/AAAAAAAAABo/re9H4DGEZu0/s72-c/agenda_03.gif' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2643889656386007414.post-854280527386105677</id><published>2008-03-27T18:37:00.001-07:00</published><updated>2008-11-13T11:28:36.181-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Doenças Respiratórias'/><title type='text'>Colchões antialérgicos melhoram a qualidade de vida do asmático?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A resposta é não, segundo estudo publicado em 2003 no New England Journal of Medicine.&lt;br /&gt;(Control of Exposure to Mite Allergen and Allergen-Impermeable Bed Covers for Adults with Asthma,   Woodcook et col. Volume 349(3), 17 July 2003, pp 225-236)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estudo duplo-cego aleatorizado avaliou o efeito da colcha impermeável antialérgica em 1155 adultos asmáticos em dois aspectos: se a intervenção seria capaz de alterar a capacidade vital e de reduzir o consumo de corticóides por estes pacientes. Para tanto, metade dos pacientes recebeu a colcha antialérgico (intervenção) e a outra recebeu uma colcha não-impermeável (controle).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os resultados do estudo falham ao indicar quaisquer diferenças entre os grupos intervenção e controle. Todavia, se analisarmos o grupo total de pacientes, é possível observar melhorias nos aspectos testados, sugerindo um efeito positivo do uso da colcha (independente de ser impermeável ou não) no tratamento da asma. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Seria isso o  efeito placebo?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2643889656386007414-854280527386105677?l=clubedaevidencia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clubedaevidencia.blogspot.com/feeds/854280527386105677/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://clubedaevidencia.blogspot.com/2008/03/colches-antialrgicos-melhoram-qualidade.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2643889656386007414/posts/default/854280527386105677'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2643889656386007414/posts/default/854280527386105677'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clubedaevidencia.blogspot.com/2008/03/colches-antialrgicos-melhoram-qualidade.html' title='Colchões antialérgicos melhoram a qualidade de vida do asmático?'/><author><name>Natalie</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2643889656386007414.post-4602942944288185152</id><published>2008-03-26T18:23:00.000-07:00</published><updated>2008-11-13T11:24:23.922-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Tabagismo'/><title type='text'>Hipnose é um bom tratamento para tabagismo?</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://tigredefogo.files.wordpress.com/2007/05/ilusao-optica-optical-illusion-tigredefogo-wordpress-com.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px;" src="http://tigredefogo.files.wordpress.com/2007/05/ilusao-optica-optical-illusion-tigredefogo-wordpress-com.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;O fenômeno da &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Hipnose"&gt;hipnose&lt;/a&gt; surgiu (ou foi descoberto) no meio do século XVIII. Um dos iniciadores da técnica, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mesmer"&gt;Mesmer&lt;/a&gt; acreditava que o processo vinha de um magnetismo emanado pelo terapeuta. O primeiro estudo apontando a hipnose como técnica para interromper o tabagismo data de 1847. Desde então essa técnica já sofreu altos e baixos, e hoje é considerada por muitos como terreno de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Samuel_Hahnemann"&gt;charlatões&lt;/a&gt; e curandeiros. Os últimos trabalhos interessantes sobre o assunto ocorreram no fim dos anos 80, e infelizmente não consegui obtê-las pela internet. Sendo assim, baseei a apresentação em um artigo de 1996 duplo-cego e randomizado que consistia na experimentação de uma fita motivacional escutada durante o processo de anestesia geral de pacientes que estavam sendo operados. A base teórica por trás do trabalho se baseava em um estado de torpor (no original, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;awareness&lt;/span&gt;) citado por alguns pacientes, que relatam lembrar-se de ouvir os médicos conversando, de ter acordado durante a cirurgia ou mesmo de sensação de dor. Segundo os autores, este estágio de sono/vigília é equiparável ao estágio hipnótico, ou seja, neste período os pacientes estariam mais sugestionáveis. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;                &lt;/span&gt;Para o estudo, foram escolhidos 363 pacientes que realizariam uma cirurgia eletiva ou semi-eletiva; que fossem fumantes diários e que desejassem parar de fumar. Os pacientes foram aleatorizados em dois grupos, sendo que em um deles, durante a anestesia geral, escutariam uma mensagem encorajando-os a parar de fumar; &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;e os do segundo grupo receberiam um &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;fone de ouvido, mas não escutarima qualquer mensagem. Os fones impediam a passagem de som para o ambiente impossibilitando que os cirurgiões, ou os pesquisadores soubessem a que grupo pertencia o paciente. Antes da intervenção, todos paciente deveriam apontar quão forte era seu desejo de fumar em uma escala representativa de 0 a 100. Após a cirurgia eles eram perguntados sobre lembranças do procedimento e eram solicitados a repetir o teste da escala. Após dois meses os pacientes eram telefonados e indagados se haviam conseguido parar de fumar, e assim novamente após seis meses da intervenção. Aqueles que afirmavam ter parado no prazo de seis meses eram convidados a realizar um teste de monóxido de carbono para verificar a abstinência. Os resultados encontrados são apontados na tabela abaixo, e &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;não&lt;/span&gt; houve diferença significativa entre os dois grupos com relação à escala de desejo de parar de fumar; a abstinência após dois meses, nem após seis meses. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Ou seja, este estudo não indicou qualquer benefício na utilização de fitas durante anestesias gerais com o objetivo de parar de fumar.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_pjDSrwNI9S4/R-r73__K0EI/AAAAAAAAAUA/aXopV3ZH3hk/s1600-h/tabela.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://2.bp.blogspot.com/_pjDSrwNI9S4/R-r73__K0EI/AAAAAAAAAUA/aXopV3ZH3hk/s400/tabela.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5182231260730937410" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;PS: Para os que ficaram frustrados pelo artigo não ser de hipnose, sugiro a leitura do segundo artigo que se trata de uma revisão sobre o uso de acupuntura e hipnose como tratamentos para o tabagismo.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/8688271?ordinalpos=1&amp;amp;itool=EntrezSystem2.PEntrez.Pubmed.Pubmed_ResultsPanel.Pubmed_RVDocSum" class="authors"&gt;Myles PS, Hendrata M, Layher Y, Williams NJ, Hall JL, Moloney JT, Powell J. &lt;/a&gt;Double-blind, randomized trial of cessation of smoking after audiotape suggestion during anaesthesia, &lt;abbr style="font-style: italic;" class="journalname" title="British journal of anaesthesia"&gt;Br J Anaesth&lt;/abbr&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;. 1996 May;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;" class="volume"&gt;76&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;(&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;" class="issue"&gt;5&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;):&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;" class="pages"&gt;694-8&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);font-size:100%;" &gt;&lt;a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/entrez/utils/fref.fcgi?PrId=3048&amp;amp;itool=AbstractPlus-def&amp;amp;uid=15464116&amp;amp;db=pubmed&amp;amp;url=http://linkinghub.elsevier.com/retrieve/pii/S0025-7125%2804%2900096-3"&gt;&lt;b&gt;Villano LM&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/entrez/utils/fref.fcgi?PrId=3048&amp;amp;itool=AbstractPlus-def&amp;amp;uid=15464116&amp;amp;db=pubmed&amp;amp;url=http://linkinghub.elsevier.com/retrieve/pii/S0025-7125%2804%2900096-3"&gt;, &lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/entrez/utils/fref.fcgi?PrId=3048&amp;amp;itool=AbstractPlus-def&amp;amp;uid=15464116&amp;amp;db=pubmed&amp;amp;url=http://linkinghub.elsevier.com/retrieve/pii/S0025-7125%2804%2900096-3"&gt;&lt;b&gt;White AR&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/entrez/utils/fref.fcgi?PrId=3048&amp;amp;itool=AbstractPlus-def&amp;amp;uid=15464116&amp;amp;db=pubmed&amp;amp;url=http://linkinghub.elsevier.com/retrieve/pii/S0025-7125%2804%2900096-3"&gt;., &lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/entrez/utils/fref.fcgi?PrId=3048&amp;amp;itool=AbstractPlus-def&amp;amp;uid=15464116&amp;amp;db=pubmed&amp;amp;url=http://linkinghub.elsevier.com/retrieve/pii/S0025-7125%2804%2900096-3"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b&gt;Alternative therapies for tobacco dependence., &lt;/b&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0); font-style: italic;" title="The Medical clinics of North America."&gt;Med Clin North Am.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt; 2004 Nov;88(6):1607-21.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" face="arial" style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" face="arial" style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/entrez/utils/fref.fcgi?PrId=3048&amp;amp;itool=AbstractPlus-def&amp;amp;uid=15464116&amp;amp;db=pubmed&amp;amp;url=http://linkinghub.elsevier.com/retrieve/pii/S0025-7125%2804%2900096-3"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Relator: Ibraim (81)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2643889656386007414-4602942944288185152?l=clubedaevidencia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clubedaevidencia.blogspot.com/feeds/4602942944288185152/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://clubedaevidencia.blogspot.com/2008/03/hipnose-um-bom-tratamento-para.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2643889656386007414/posts/default/4602942944288185152'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2643889656386007414/posts/default/4602942944288185152'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clubedaevidencia.blogspot.com/2008/03/hipnose-um-bom-tratamento-para.html' title='Hipnose é um bom tratamento para tabagismo?'/><author><name>Ibraim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04917222151259584666</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_pjDSrwNI9S4/R-r73__K0EI/AAAAAAAAAUA/aXopV3ZH3hk/s72-c/tabela.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2643889656386007414.post-6111905357203752169</id><published>2008-03-21T21:01:00.000-07:00</published><updated>2008-11-13T11:29:55.314-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Obesidade'/><title type='text'>Adoçantes engordam?</title><content type='html'>&lt;p class="SemEspaamento" style="text-align: justify;"&gt;Recentemente a mídia noticiou que o consumo de adoçantes artificiais com baixo valor energético causava ganho de peso maior do que o de açúcar. Assim, o objetivo da questão proposta é avaliar se este fenômeno realmente ocorre.&lt;/p&gt;  &lt;p class="SemEspaamento" style="text-align: justify;"&gt;Só nos EUA o peso médio da população cresceu 10% nos últimos 10 anos e o índice de pessoas obesas cresceu entre 15 e 30%.&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;Esses dados preocupantes motivam uma série de estudos que buscam as origens dessa epidemia, muitos dos quais na genética da população. Entretanto, é mais provável que as causas se encontrem em fatores ambientais.&lt;/p&gt;  &lt;p class="SemEspaamento" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Um dos fatores diretamente relacionados à epidemia de obesidade é a introdução e consumo excessivo de adoçantes artificiais pela população.&lt;/span&gt; Muitos argumentam que o uso dos adoçantes é conseqüência da busca por uma alimentação mais saudável frente aos problemas com a obesidade. Contudo, recentemente muitos artigos têm mostrado que os adoçantes podem ser parte da causa do ganho de peso pela população e não da luta contra esse mal.&lt;/p&gt;  &lt;p class="SemEspaamento" style="text-align: justify;"&gt;O artigo escolhido para responder à questão foi um estudo com ratos que analisava a possibilidade dos adoçantes causarem uma desregulação da ingestão calórica através de condicionamento reflexo. Foram realizados três experimentos. No primeiro os ratos eram divididos em três grupos que recebiam iogurte com açúcar, com adoçante ou com açúcar (mas com correção calórica) e verificou-se o aumento de peso, adiposidade e a ingestão calórica. No segundo os ratos eram divididos em dois grupos e eram treinados por 14 dias tomando iogurte com adoçante ou açúcar e depois verificou-se a capacidade de compensação calórica (reduzir a ingestão após uma refeição doce e calórica). No terceiro experimento os ratos foram treinados como no segundo, mas após a refeição doce e calórica verificou-se o aumento de temperatura e a atividade.&lt;/p&gt;  &lt;p class="SemEspaamento" style="text-align: center; font-style: italic;"&gt;Os resultados mostram que os ratos que recebem adoçantes engordam mais e tem maior adiposidade, mesmo não alimentando com mais calorias. Além disso esses ratos perdem a capacidade de compensação calórica e têm uma resposta termogênica menor, o que pode explicar o ganho de peso e adiposidade.&lt;/p&gt;  &lt;p class="SemEspaamento" style="text-align: justify;"&gt;Assim, as evidências permitem concluir que os adoçantes são capazes de causar um &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Condicionamento"&gt;condicionamento pavloviano&lt;/a&gt; levando a aumento da adiposidade e ganho de peso &lt;st1:personname productid="em ratos. Esses" st="on"&gt;em ratos. Esses&lt;/st1:personname&gt; dados podem ser extrapolados para seres humanos, mas com ressalvas, uma vez que este tipo de condicionamento é muito maior nos animais que nos seres humanos.&lt;/p&gt;  Texto de Bruno Luitgards (83)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2643889656386007414-6111905357203752169?l=clubedaevidencia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clubedaevidencia.blogspot.com/feeds/6111905357203752169/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://clubedaevidencia.blogspot.com/2008/03/adoantes-engordam.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2643889656386007414/posts/default/6111905357203752169'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2643889656386007414/posts/default/6111905357203752169'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clubedaevidencia.blogspot.com/2008/03/adoantes-engordam.html' title='Adoçantes engordam?'/><author><name>Natalie</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2643889656386007414.post-2966636840970540296</id><published>2008-01-28T04:57:00.001-08:00</published><updated>2008-06-20T10:16:12.046-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Clube Da Evidência'/><title type='text'>O que se faz no clube da evidência?</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.clubcultura.com/clubhumor/quino/img/medicina1.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px;" src="http://www.clubcultura.com/clubhumor/quino/img/medicina1.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;Como buscar&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:130%;" &gt; artigos científicos?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;Existe um pequeno &lt;a href="http://www.apoioclubedaevidencia.kit.net/buscarCAPES.pdf"&gt;tutorial&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.apoioclubedaevidencia.kit.net/buscarCAPES.pdf"&gt; &lt;/a&gt;de iniciação à busca de artigos.&lt;br /&gt;Mas para quem tem paciência é possível evoluir bastante sozinho.  Entre no &lt;a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/sites/entrez"&gt;pubmed&lt;/a&gt;, escreva seus termos do mesmo modo duma busca no google. Perca um tempo entendendo os &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;limits&lt;/span&gt; (limites, ou filtros da busca). Trunca-se as palavras com asterisco (pedr* vale por pedra, pedrão, pedregulho ...)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Como &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;apresentar&lt;/span&gt; a resposta&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:130%;" &gt;?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Existe uma &lt;a href="http://www.uth.tmc.edu/schools/med/imed/residency/callschedules/2007-2008/ChiefsCorner/TakeHomeFiles/EBM.pdf"&gt;publicação&lt;/a&gt; que ensina a apresentar um artigo em 10 minutos. É muito útil por chamar atenção para o que deve ser enfatizado e o que deve ser resumido numa apresentação. Vale lembrar que o principio não é apresentar um artigo e sim a resposta para a dúvida, que pode e deve ser constituída de mais de um artigo.&lt;br /&gt;Um boa proposta é a elaboração de um pequeno texto (uma página) que contenha  a estrategia de busca,  apresentação da dúvida, citações das evidências mais recentes(com referencia bibliográfica) e conclusão como perspectiva.&lt;br /&gt;Existe um modelo de publicação de resposta baseadas em evidência porem destinada a resolução de dúvidas sobre melhores procedimentos clínicos. Trata-se do &lt;a href="http://www.bestbets.org/"&gt;Best Bets&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;. É interessante conhecê-lo porque o formato da publicação que pretendemos seguir foi inspirado neste &lt;a href="http://www.bestbets.org/background/betscats.html"&gt;BET(best evidence topic)&lt;/a&gt;, excluindo somente a parte relativa ao procedimento clinico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;A reunião&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;Na reunião o relator (último escolhido para responder a dúvida) faz a pequena apresentação da dúvida e sua resposta. Comemos o lanche e escolhemos a próxima dúvida bem como o seu relator. Por fim alguém fica responsável por publicar a resposta nesse blog. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2643889656386007414-2966636840970540296?l=clubedaevidencia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clubedaevidencia.blogspot.com/feeds/2966636840970540296/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://clubedaevidencia.blogspot.com/2008/01/o-que-se-faz-no-clube-da-evidncia.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2643889656386007414/posts/default/2966636840970540296'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2643889656386007414/posts/default/2966636840970540296'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clubedaevidencia.blogspot.com/2008/01/o-que-se-faz-no-clube-da-evidncia.html' title='O que se faz no clube da evidência?'/><author><name>Dusi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2643889656386007414.post-4534139716144950960</id><published>2007-12-30T18:52:00.001-08:00</published><updated>2008-06-20T10:14:18.718-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Clube Da Evidência'/><title type='text'>Opinião Pessoal - Como tem sido as reuniões?</title><content type='html'>Hoje não publicarei uma dúvida, relatarei as minhas impressões sobre as reuniões do clube.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As reuniões tem sido na verdade um momento de descontração, um momento de dar um tempo no ritmo louco do dia-a-dia, e refletir(?) no caso a respeito de duvidas cotidianas sob um enfoque biomédico(?).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Normalmente pedimos um lanche rápido, uma pizza  para comermos &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;durante&lt;/span&gt; a discussão. Penso se não seria melhor  parar uns 15 minutos para comer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;Finalmente&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt; &lt;/span&gt;respondemos uma dúvida a cada reunião por meio da análise de artigos buscados normalmente no &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;pubmed&lt;/span&gt;. NÃO pretendemos ser um &lt;span style="font-style: italic;"&gt;tópicos  - faça você mesmo&lt;/span&gt;. A ênfase é na resposta da dúvida (não nos detalhes do artigo), logo a &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;pesquisa&lt;/span&gt; e a apresentação têm papel fundamental, e são os grandes momentos de aprendizado. A reunião é também construtiva uma vez que propõe uma análise crítica dos dados. Tem surgidos alguns debates bem interessantes, mas normalmente por ainda estarmos engatinhando ou por falta de tempo empobrecemos o debate.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em breve postarei explicando algumas atividades do grupo, como a busca de artigos, a apresentação, a reunião e etc.&lt;span style="font-weight: bold;font-size:130%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2643889656386007414-4534139716144950960?l=clubedaevidencia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clubedaevidencia.blogspot.com/feeds/4534139716144950960/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://clubedaevidencia.blogspot.com/2007/12/opinio-pessoal-como-tem-sido-as-reunies.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2643889656386007414/posts/default/4534139716144950960'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2643889656386007414/posts/default/4534139716144950960'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clubedaevidencia.blogspot.com/2007/12/opinio-pessoal-como-tem-sido-as-reunies.html' title='Opinião Pessoal - Como tem sido as reuniões?'/><author><name>Dusi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2643889656386007414.post-3482379712316741604</id><published>2007-10-31T16:25:00.000-07:00</published><updated>2008-06-20T10:45:21.225-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Doença Cardiovascular'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Colesterol'/><title type='text'>A ingestão de colesterol aumenta a chance de doença coronariana?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_pjDSrwNI9S4/RykVLvKv9VI/AAAAAAAAAEo/SWbUDlArVCo/s1600-h/quick_egg_00.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://1.bp.blogspot.com/_pjDSrwNI9S4/RykVLvKv9VI/AAAAAAAAAEo/SWbUDlArVCo/s400/quick_egg_00.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5127652942122317138" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recomendo que antes da leitura do texto, vocês entrem &lt;/span&gt;&lt;a style="font-style: italic;" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Colesterol"&gt;neste link&lt;/a&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt; da Wikipedia e leiam pelo menos a parte de "Importância Clínica"&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;         Tentando responder a essa pergunta, procurei no &lt;a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/sites/entrez"&gt;PUBMED&lt;/a&gt;: “‘dietary cholesterol" AND atherosclerosis AND "coronary disease”. Encontrei cerca de 1500 artigos, e para melhor selecioná-los adicionei alguns “limits” (em inglês,&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;em humanos, publicado nos últimos 5 anos).&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;A pesquisa mostrou 55 artigos, dos quais escolhi dois pelo resumo. Como eu verifiquei que recentemente ocorreu uma mudança de posicionamento a respeito do tema, um dos artigos escolhidos era um &lt;a href="http://www.lib.utexas.edu/lsl/help/modules/review.html"&gt;review&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;                &lt;/span&gt;A pergunta era simples: posso comer &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Colesterol"&gt;colesterol&lt;/a&gt;? A resposta era não. O conceito de que o colesterol dietético contribuía para aumento do LDL e das doenças coronarianas fez parte da política pública de saúde dos EUA &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;por mais de 30 anos.&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;Essa opinião se baseava em:&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;ol&gt;&lt;li&gt; Testes com animais que demonstravam que o aumento do consumo de colesterol induzia aterosclerose em algumas espécies.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Estudos epidemiológicos demonstrando uma correlação entre colesterol dietético e doenças coronarianas.&lt;/li&gt;&lt;li&gt; Observação clínica de que alimentação rica em colesterol aumentava o LDL.&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;                &lt;/span&gt;No entanto, aos poucos foi-se verificando que estes estudos apresentavam alguns vieses. Por exemplo, os estudos com animais apontavam aumento de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Aterosclerose"&gt;aterosclerose&lt;/a&gt; apenas para animais herbívoros. Ora, se o animal nunca ingeriu colesterol (ele está presente apenas em produtos de origem animal), obviamente seu organismo não conseguirá se ajustar a um aumento de oferta. Animais carnívoros e onívoros apresentavam mínima variação com aumento da ingestão.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;                &lt;/span&gt;Os &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Tipos_de_estudo_epidemiol%C3%B3gico"&gt;estudos epidemiológicos&lt;/a&gt; e clínicos apresentavam um viés de confundimento. A maioria das dietas &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;ricas em colesterol são também ricas em gordura saturada, e pobre em frutas e verduras. &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;Quando se realiza uma &lt;a href="http://criticanarede.com/cien_estatistica.html"&gt;análise multivariada&lt;/a&gt;, não se encontra significância estatística do consumo de colesterol em eventos coronarianos. É bom lembrar que essa correlação existe em relação a gordura saturada.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;                &lt;/span&gt;Um dos estudos aponta que uma dieta rica em colesterol é capaz de causar uma variação de 16 mg/dia no colesterol, enquanto o colesterol endógeno sintetizado no corpo corresponde a 1000 mg. Ou seja, a ingestão tem uma importância muito pequena nos índices séricos. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;                &lt;/span&gt;Por fim, o artigo fala a respeito dos ovos, alimentos ricos em colesterol , mas com pouca gordura saturada. Por muito tempo, esse alimento foi abominado por médicos e nutricionistas, devido ao suposto risco de aumento de eventos coronarianos. Estudos mais recentes mostram que na verdade, ele aumenta o HDL, e pode reduzir o LDL. Portanto, a ingestão de ovos não deve ser considerada um tabu.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;                &lt;/span&gt;Concluindo, voltemos a simples pergunta: posso comer colesterol? Gostaria de dizer que a resposta é sim, afinal, o colesterol em si tem uma pequena influência em eventos coronarianos. No entanto, é preciso lembrar que ele está intimamente correlacionado com dietas ricas em gorduras saturadas, gorduras trans, carbohidratos; e pobre em vegetais e frutas.&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;Portanto, minha resposta é: sempre que for comer um ovinho, prepare sem manteiga, e coma uma maçã de sobremesa.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Referências:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/sites/entrez?Db=PubMed&amp;amp;Cmd=ShowDetailView&amp;amp;TermToSearch=11111098&amp;amp;ordinalpos=1&amp;amp;itool=EntrezSystem2.PEntrez.Pubmed.Pubmed_ResultsPanel.Pubmed_RVDocSum"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;McNamara DJ.&lt;/span&gt;, &lt;/span&gt;Dietary cholesterol and atherosclerosis.&lt;span style=""&gt;&lt;span title="Biochimica et biophysica acta"&gt;Biochim Biophys Acta&lt;/span&gt;. 2000 Dec &lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/sites/entrez?Db=pubmed&amp;amp;Cmd=ShowDetailView&amp;amp;TermToSearch=15164336&amp;amp;ordinalpos=1&amp;amp;itool=EntrezSystem2.PEntrez.Pubmed.Pubmed_ResultsPanel.Pubmed_RVDocSum"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Herron KL, Lofgren IE, Sharman M, Volek JS, Fernandez ML&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;,&lt;/span&gt;High intake of cholesterol results in less atherogenic low-density lipoprotein particles in men and women independent of response classification. &lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;a&gt;&lt;span title="Metabolism: clinical and experimental"&gt;Metabolism&lt;/span&gt;. 2004 Jun;53(6):823-30.&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;a&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Relator: Ibraim (81)&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/sites/entrez?Db=pubmed&amp;amp;Cmd=ShowDetailView&amp;amp;TermToSearch=15164336&amp;amp;ordinalpos=1&amp;amp;itool=EntrezSystem2.PEntrez.Pubmed.Pubmed_ResultsPanel.Pubmed_RVDocSum"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2643889656386007414-3482379712316741604?l=clubedaevidencia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clubedaevidencia.blogspot.com/feeds/3482379712316741604/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://clubedaevidencia.blogspot.com/2007/10/ingesto-de-colesterol-aumenta-chance-de.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2643889656386007414/posts/default/3482379712316741604'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2643889656386007414/posts/default/3482379712316741604'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clubedaevidencia.blogspot.com/2007/10/ingesto-de-colesterol-aumenta-chance-de.html' title='A ingestão de colesterol aumenta a chance de doença coronariana?'/><author><name>Ibraim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04917222151259584666</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_pjDSrwNI9S4/RykVLvKv9VI/AAAAAAAAAEo/SWbUDlArVCo/s72-c/quick_egg_00.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2643889656386007414.post-5100091079238824550</id><published>2007-10-28T07:11:00.000-07:00</published><updated>2008-11-13T11:25:46.717-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mulher'/><title type='text'>Mulheres que convivem muito mestruam juntas?</title><content type='html'>Desde a primeira publicação de Martha McClintock em 1971 sobre a sincronização da menstruação, o tema passou a ser foco de grande discussão no meio científico. Houve também repercussão entre leigos, entre os quais muitas mulheres acreditam que seus ciclos menstruais possam ser sincronizados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A dúvida do grupo era se mulheres que convivem demais sincronizam seu ciclo menstrual. Para tentar solucioná-la pesquisei no pubmed synchron* menstrual cycle, que resultou em diversos artigos que pareciam responder satisfatoriamente à questão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto, muitos autores avaliaram a possível existência desse fenômeno em estudos com colegas de quarto e os resultados foram bastante contraditórios. Por isso resolvi escolher o artigo Menstrual synchrony in a sample of working women, que media esse fenômeno em colegas de trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse artigo, pares de mulheres que trabalhavam juntas por pelo menos um ano, em um escritório pequeno e que não tivessem contato com outras pessoas durante seu tempo de trabalho responderam questionários sobre o dia de início de sua menstruação e o nível de amizade entre elas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muito embora os autores cheguem à conclusão de que a sincronização está provada, há um grande viés no seu método. Para se considerar a existência de sincronização os autores utilizam o chamado índice de sincronia que mede a diferença entre o tempo entre os inícios das menstruações das duas mulheres e ¼ do tempo médio entre duas menstruações das duas mulheres, considerando qualquer valor negativo como sincronia. Por exemplo, em um ciclo médio de 28 dias, o valor esperado para a diferença entre os inícios das menstruações é de sete dias (¼ do ciclo) e se o valor encontrado for de cinco dias, é considerado que houve sincronia, mesmo que as menstruações das duas mulheres não coincidam em nenhum dia.Assim, eu considero que há uma tendência à sincronização menstrual em mulheres que convivem demais, até por causa de outros artigos encontrados em minha pesquisa, mas a sincronização real ainda não foi comprovada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Referências:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/sites/entrez?Db=pubmed&amp;amp;Cmd=ShowDetailView&amp;amp;TermToSearch=10341370&amp;amp;ordinalpos=3&amp;amp;itool=EntrezSystem2.PEntrez.Pubmed.Pubmed_ResultsPanel.Pubmed_RVDocSum"&gt;Weller L, Weller A, Koresh-Kamin H, Ben-Shoshan R.&lt;/a&gt; Menstrual synchrony in a sample of working women.Psychoneuroendocrinology. 1999 May;24(4):449-59. PMID: 10341370 [PubMed - indexed for MEDLINE]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/sites/entrez?Db=pubmed&amp;amp;Cmd=ShowDetailView&amp;amp;TermToSearch=9515961&amp;amp;ordinalpos=1&amp;amp;itool=EntrezSystem2.PEntrez.Pubmed.Pubmed_ResultsPanel.Pubmed_RVDocSum"&gt;Stern K, McClintock MK.&lt;/a&gt; Regulation of ovulation by human pheromones.Nature. 1998 Mar 12;392(6672):177-9. PMID: 9515961 [PubMed - indexed for MEDLINE]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Relator: Bruno (83)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2643889656386007414-5100091079238824550?l=clubedaevidencia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clubedaevidencia.blogspot.com/feeds/5100091079238824550/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://clubedaevidencia.blogspot.com/2007/10/mulheres-que-convivem-muito-mestruam.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2643889656386007414/posts/default/5100091079238824550'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2643889656386007414/posts/default/5100091079238824550'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clubedaevidencia.blogspot.com/2007/10/mulheres-que-convivem-muito-mestruam.html' title='Mulheres que convivem muito mestruam juntas?'/><author><name>Natalie</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://www.camed.kit.net/clubedaevidencia/nati.JPG'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2643889656386007414.post-4082021679685926812</id><published>2007-10-21T11:03:00.000-07:00</published><updated>2008-11-13T11:28:36.183-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Doenças Respiratórias'/><title type='text'>Mães corujas criam adultos alérgicos?</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_KaD2pXIV36E/RxuXRtDVjMI/AAAAAAAAACs/AgGiCPH4IlM/s1600-h/children+pets.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5123855331471232194" style="margin: 0px 0px 10px 10px; float: right;" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_KaD2pXIV36E/RxuXRtDVjMI/AAAAAAAAACs/AgGiCPH4IlM/s200/children%2Bpets.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Na tentativa de responder a pergunta proposta, pesquisei "allergen exposure" no pubmed nos campos title/abstract. Na medida em que foram achados muitos resultados, fui incluindo progressivamente mais limites (idiomas: Inglês, Português, Espanhol e Francês, em crianças, ensaio clínico randomizado, ensaio clínico, meta-análise, revisão, publicados nos últimos 5 anos) até que encontrei 102 artigos dos quais escolhi 3 pelo resumo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O objetivo da questão proposta seria avaliar se a prevenção da exposição a alérgenos, derivados principalmente de poeira doméstica e de animais, seria uma maneira de facilitar o aparecimento de reações alérgicas no futuro. Sabe-se que 50% da alergia são de origem genética, entretanto, só essa constatação não justifica o aumento da incidência de alergia em crianças. Numerosos estudos prospective têm constatado que a exposição à alérgenos na infância tem fator protetor para crianças sem predisposição genética, pois influencia o sistema imunológico em desenvolvimento a aumentar as respostas celular e diminuir a produção de anticorpos IgE [2].&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando se trata de crianças em alto risco de desenvolver alergia vários fatores podem confundir a interpretação de estudos, já que pais muito alérgicos tendem a ter menos animais domésticos, por exemplo, assim a criança desenvolveria a alergia não por falta de exposição ao alérgeno, mas pela alta tendência genética a desenvolvê-la. Várias evidências têm provado que prevenir a exposição principalmente a alérgenos alimentares teria efeito protetor sobre o desenvolvimento de alergia nesse grupo [1], mas os resultados referentes a poeira e animais domésticos ainda são um pouco inconclusivos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estudo escolhido para responder essa questão foi um ensaio clínico randomizado, que possivelmente excluiu os vieses mais preocupantes relativos a estudos prospective e cross-sectional. 120 crianças com alto risco de desenvolver alergia foram divididas em dois grupos, sendo um profilático, sujeito a diversas medidas para evitar exposição a alérgenos no primeiro ano de vida, e outro controle. As crianças foram submetidas a testes nas idades de 1, 2, 4 e 8 anos para verificar o desenvolvimento de alergias. Os resultados do estudo permitem concluir que a prevenção da exposição a alérgenos no primeiro ano de vida foi positiva para a prevenção de aparecimento de asma alérgica &lt;strong&gt;(OR 0,18 CI 0,06-0,58),&lt;/strong&gt; dermatite atópica alérgica (&lt;strong&gt;OR 0,04 CI 0,00-0,24)&lt;/strong&gt; e rinite alérgica &lt;strong&gt;(OR 0,14 CI 0,04-0,51)&lt;/strong&gt; [3].&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sendo assim, as evidências nos permitem concluir que evitar a exposição a alérgenos para crianças em alto risco de desenvolver alergia tem efeito benéfico. Ao contrário, para crianças que não se enquadrarem nessa categoria, expô-las a alérgenos na infância parece ter o efeito protetor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Referências:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[1]HALKEN, Suzanne&lt;br /&gt;Prevention of allergic disease in childhood: clinical and epidemiological aspects of primary and secondary allergy prevention, Pediatr Allergy Immunol 2004: 15 (Suppl. 16): 9–32&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[2]OWNBYA, Dennis R., JOHNSON, Christine C&lt;br /&gt;Does exposure to dogs and cats in the first year of life influence the development of allergic sensitization?&lt;br /&gt;Current Opinion in Allergy and Clinical Immunology 2003, 3:517–522&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[3]Arshad et al&lt;br /&gt;Prevention of allergic disease during childhood by allergen avoidance: The Isle of Wight prevention study.&lt;br /&gt;J Allergy Clin Immunol February 2007 volume 119, number 2&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2643889656386007414-4082021679685926812?l=clubedaevidencia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clubedaevidencia.blogspot.com/feeds/4082021679685926812/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://clubedaevidencia.blogspot.com/2007/10/mes-corujas-criam-adultos-alrgicos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2643889656386007414/posts/default/4082021679685926812'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2643889656386007414/posts/default/4082021679685926812'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clubedaevidencia.blogspot.com/2007/10/mes-corujas-criam-adultos-alrgicos.html' title='Mães corujas criam adultos alérgicos?'/><author><name>Natalie</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://www.camed.kit.net/clubedaevidencia/nati.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_KaD2pXIV36E/RxuXRtDVjMI/AAAAAAAAACs/AgGiCPH4IlM/s72-c/children%2Bpets.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2643889656386007414.post-7741608497898839529</id><published>2007-10-18T15:32:00.000-07:00</published><updated>2008-11-13T11:31:41.531-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Maconha (Cannabis)'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Polêmicas'/><title type='text'>Uso de maconha pode levar a infertilidade masculina?</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_a1PQGVU24Gk/Rxfh71USIEI/AAAAAAAAAAM/_JxBBnmFzpk/s1600-h/marijuana3.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer;" src="http://3.bp.blogspot.com/_a1PQGVU24Gk/Rxfh71USIEI/AAAAAAAAAAM/_JxBBnmFzpk/s320/marijuana3.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5122811519197913154" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:14;"  &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;O primeiro ponto a ser esclarecido nesta questão é que no pubmed não há qualquer estudo conclusivo sobre essa associação (tal como mostra-se na primeira tentativa de busca).&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  &gt; O artigo que escolhi como o que melhor responderia questão, por exemplo, é um ensaio &lt;i style=""&gt;in vitro &lt;/i&gt;que demonstra que o THC, principio ativo do maconha, pode afetar a fertilidade masculina[1].&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  &gt; Todas as suposições que são feitas sobre o assunto baseiam-se em experimentos sobre o funcionamento dos receptores de canabinoides. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;Um receptor de canabinóides pode ser encontrado em algumas células humanas notadamente aquelas do sistema nervoso central e outras no sistema reprodutor, onde esse canal ativado por seu similar endógeno (a anandamida) tem importante função na regulação de funções reprodutivas[2].&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;Suspeita-se que óvulo secrete a anandamida como uma  das estratégias para evitar a poliespermia (mais de um espermatozoide fecundar o óvulo)[2]. A partir dessas observações supôs-se que o uso de maconha poderia causar infertilidade masculina, esta hipótese é sustentada pelo estudo &lt;i style=""&gt;in vitro&lt;/i&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;O estudo&lt;i style=""&gt; &lt;/i&gt;baseou-se numa preparação de sêmen a qual era colocado o THC em doses supostas como de uso medicinal e de uso recreativo. Observou-se queda da motilidade além da inibição da reação acrossômica, sugerindo que o &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;uso recreativo&lt;/span&gt; de maconha possa ser fator de infertilidade masculina. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;      &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;Os artigos que julguei relevante constatam que o uso lúdico da maconha pode ser fator de infertilidade masculina[1],[2],[3],[4],[5]. Muito embora esta relação pareça ser verdadeira é complicado tirar conclusões a partir de estudos laboratoriais, uma vez que estes jamais compreendem a complexidade da realidade &lt;i style=""&gt;in vivo.&lt;/i&gt; Ensaios clínicos (em modelos vivos), portanto, são necessários para a associação do uso de maconha com a infertilidade masculina ser confirmada. A importância desse conhecimento vai além do alarmismo contra o consumo desta droga, ela consiste na abertura de um campo fértil para o estudo e desenvolvimento de anticoncepcionais uma vez que a o THC foi também relacionado com causas de infertilidade feminina[5].&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;        &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Busca no PubMed:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:78%;"  &gt;1) Palavras chaves: &lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:78%;"  &gt;cannab* AND fertil*&lt;br /&gt;Campos: &lt;span style=""&gt;Title/Abstract&lt;/span&gt;,&lt;br /&gt;Limites: &lt;u&gt;&lt;span style=""&gt;Humanos&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;span style=""&gt;, &lt;u&gt;Sexo Masculino&lt;/u&gt;, &lt;u&gt;Clinical Trial&lt;/u&gt; ou &lt;u&gt;Meta-Analysis&lt;/u&gt; ou &lt;u&gt;Randomized Controlled Trial&lt;/u&gt;&lt;b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Resultados: 0&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;        &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:78%;"  &gt;2) &lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:78%;"  &gt;Palavras chaves:cannab* AND fertil* &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;Campos: &lt;span style=""&gt;Title/Abstract&lt;/span&gt;, &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;Limites: &lt;u&gt;&lt;span style=""&gt;Humanos&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;span style=""&gt;, &lt;u&gt;Sexo Masculino&lt;/u&gt;&lt;b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span  lang="EN-US" style="font-family:Arial;"&gt;Resultados: 9 , sendo 5 reviews&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;                    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:78%;"  lang="EN-US" &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span  lang="EN-US" style="font-family:Arial;"&gt;Artigos Relevantes&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;a href="http://www.apoioclubedaevidencia.kit.net/canabinoides"&gt;Effects of delta-9-tetrahydrocannabinol, the primary psychoactive cannabinoid in marijuana, on human sperm function in vitro&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/www.apoioclubedaevidencia.kit.net/canabinoides"&gt;[&lt;/a&gt;1]&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:78%;"  lang="EN-US" &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span  lang="EN-US" style="font-family:Arial;"&gt;&lt;a href="http://www.apoioclubedaevidencia.kit.net/canabinoides"&gt;A Tale of Two Cells: Endocannabinoid-Signaling Regulates&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;Functions of Neurons and Sperm&lt;/a&gt;[2].&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:78%;"  lang="EN-US" &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span  lang="EN-US" style="font-family:Arial;"&gt;&lt;a href="http://www.apoioclubedaevidencia.kit.net/canabinoides"&gt;Jekyll and Hyde: Two Faces of Cannabinoid Signaling in Male and Female Fertility&lt;/a&gt;[3].&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:78%;"  lang="EN-US" &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span  lang="EN-US" style="font-family:Arial;"&gt;&lt;a href="http://www.apoioclubedaevidencia.kit.net/canabinoides"&gt;&lt;span style="" lang="PT-BR"&gt;Cannabis, cannabinoids and reproduction&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;[4]&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;          &lt;span style=";font-family:Arial;font-size:78%;"  lang="EN-US" &gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Referência&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:78%;"  lang="EN-US" &gt;&lt;br /&gt;[1]Whan LB, West MC, McClure N, Lewis SE; &lt;b style=""&gt;Effects of delta-9-tetrahydrocannabinol, the primary psychoactive cannabinoid in marijuana, on human sperm function in vitro&lt;/b&gt;.;Fertil Steril. 2006 Mar;85(3):653-60. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:78%;"  lang="EN-US" &gt;&lt;br /&gt;[2]Schuel H, Burkman LJ.; &lt;b style=""&gt;A tale of two cells: endocannabinoid-signaling regulates functions of neurons and sperm&lt;/b&gt;.; Biol Reprod. 2005 Dec;73(6):1078-86&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:78%;"  lang="EN-US" &gt;&lt;br /&gt;[3]Wang H, Dey SK, Maccarrone M.; &lt;b style=""&gt;Jekyll and hyde: two faces of cannabinoid signaling in male and female fertility&lt;/b&gt;; Endocr Rev. 2006 Aug;27(5):427-48&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="EN-US"  style="font-size:78%;"&gt;&lt;br /&gt;[4]Park B, McPartland JM, Glass M.; &lt;b style=""&gt;Cannabis, cannabinoids and reproduction&lt;/b&gt;.; Prostaglandins Leukot Essent Fatty Acids. 2004 Feb;70(2):189-97.; Review.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="EN-US"  style="font-size:78%;"&gt;&lt;br /&gt;[5]&lt;/span&gt;&lt;span lang="EN-US"  style="font-size:78%;"&gt;Maccarrone M; &lt;b style=""&gt;Low fatty acid amide hydrolase and high anandamide levels are associated with failure to achieve an ongoing pregnancy after IVF and embryo transfer&lt;/b&gt;.; &lt;/span&gt;&lt;span class="ti"  style="font-size:78%;"&gt;&lt;span  lang="EN-US" style="font-family:Arial;"&gt;Mol Hum Reprod. 2002 Feb;8(2):188-95.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="EN-US"  style="font-size:78%;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:78%;"  lang="EN-US" &gt;&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span  lang="EN-US" style="font-family:Arial;"&gt;&lt;br /&gt;Leitura Complementar&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span  lang="EN-US" style="font-family:Arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:8;"  &gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:78%;" &gt;&lt;br /&gt;A&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;lém dos artigos citados na bibliografia recomento a leitura do &lt;i style=""&gt;&lt;span style=""&gt;Endocannabinoids and Regulation of Female and Male Fertilit. &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Alguns artigos estão disponíveis em &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.apoioclubedaevidencia.kit.net/canabinoides"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;www.apoioclubedaevidencia.kit.net/canabinoides&lt;/span&gt; &lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2643889656386007414-7741608497898839529?l=clubedaevidencia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clubedaevidencia.blogspot.com/feeds/7741608497898839529/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://clubedaevidencia.blogspot.com/2007/10/uso-de-maconha-pode-levar-infertilidade.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2643889656386007414/posts/default/7741608497898839529'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2643889656386007414/posts/default/7741608497898839529'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clubedaevidencia.blogspot.com/2007/10/uso-de-maconha-pode-levar-infertilidade.html' title='Uso de maconha pode levar a infertilidade masculina?'/><author><name>Dusi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_a1PQGVU24Gk/Rxfh71USIEI/AAAAAAAAAAM/_JxBBnmFzpk/s72-c/marijuana3.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2643889656386007414.post-7641047256422746434</id><published>2007-09-29T08:54:00.000-07:00</published><updated>2008-11-13T11:29:12.369-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Polêmicas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Nutrição'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:180%;" &gt;O consumo de Coca-cola pode levar a osteoporose?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_pjDSrwNI9S4/Rv5-mhiyJFI/AAAAAAAAAEg/LFUdJ3mLtII/s1600-h/coke%5D.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 268px; height: 349px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_pjDSrwNI9S4/Rv5-mhiyJFI/AAAAAAAAAEg/LFUdJ3mLtII/s400/coke%5D.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5115665427043853394" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;A Coca-Cola é uma das bebidas mais bem disseminadas mundialmente e seu consumo tem aumentado a cada ano.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;A questão levantada pelo grupo foi se o consumo de Coca (ou outros refrigerenates a base de cola) pode levar a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Osteoporose"&gt;osteoporose&lt;/a&gt;. Para respondê-la, pesquisei artigos no &lt;a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/sites/entrez"&gt;Pubmed&lt;/a&gt; utilizando as palavras-chave &lt;i style=""&gt;cola beverages&lt;/i&gt; e &lt;i style=""&gt;osteoporosis&lt;/i&gt;. A busca resultou em vários artigos, mas muitos deles não estavam tão bem relacionados com a pergunta em questão.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Escolhi o artigo &lt;a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/sites/entrez?Db=pubmed&amp;amp;Cmd=ShowDetailView&amp;amp;TermToSearch=17448120&amp;amp;ordinalpos=2&amp;amp;itool=EntrezSystem2.PEntrez.Pubmed.Pubmed_ResultsPanel.Pubmed_RVDocSum"&gt;&lt;i style=""&gt;Evaluation of the Effect of Cola Drinks on Bone Mineral Density and Associated Factors&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;, publicado em dezembro de 2006 na revista científica &lt;i style=""&gt;Basic &amp;amp; Clinical Pharmacology and Toxicology&lt;/i&gt;. Nesse estudo, que teve duração de 30 dias, 30 camundongos foram divididos em quatro grupos. Os grupos 1 e 2, formados or 10 machos e 10 fêmeas, foram munidos de ração, água e uma bebida à base de cola &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ad_libitum"&gt;&lt;i style=""&gt;ad libitum&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;, enquanto os grupos 3 e 4, cada um com cinco camundongos, receberam somente água e ração.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Apesar de analisados os dados para avaliar mudanças na estrutura da porção distal do esôfago (devido ao baixo &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/PH"&gt;pH&lt;/a&gt; da bebida – de &lt;st1:metricconverter productid="1.38 a" st="on"&gt;1.38 a&lt;/st1:metricconverter&gt; 1.72), não houve detecção de esofagite. Outro aspecto negativo da pesquisa é o fato de que não foi encontrada diferença significativa nos níveis de cálcio sérico e de os autores terem relatado aumento da concentração de fósforo, sem que esse fato tenha sido apontado na tabela de referência.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Entretanto, acredito que o artigo tenha sido elucidativo por ter comprovado cientificamente que &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;houve diminuição marcada tanto da densidade mineral óssea quanto da concentração mineral óssea&lt;/span&gt; do fêmur dos grupos-teste. Além disso, foi demonstrada congestão glomerular geral e sangramento intertubular, achados de lesão renal.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_pjDSrwNI9S4/Rv5-IRiyJDI/AAAAAAAAAEQ/edZmF0e0DOU/s1600-h/dano+renal.JPG"&gt;&lt;img style="cursor: pointer;" src="http://4.bp.blogspot.com/_pjDSrwNI9S4/Rv5-IRiyJDI/AAAAAAAAAEQ/edZmF0e0DOU/s400/dano+renal.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5115664907352810546" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Relatora: Paula (83)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2643889656386007414-7641047256422746434?l=clubedaevidencia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clubedaevidencia.blogspot.com/feeds/7641047256422746434/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://clubedaevidencia.blogspot.com/2007/09/o-consumo-de-coca-cola-pode-levar.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2643889656386007414/posts/default/7641047256422746434'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2643889656386007414/posts/default/7641047256422746434'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clubedaevidencia.blogspot.com/2007/09/o-consumo-de-coca-cola-pode-levar.html' title=''/><author><name>Ibraim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04917222151259584666</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_pjDSrwNI9S4/Rv5-mhiyJFI/AAAAAAAAAEg/LFUdJ3mLtII/s72-c/coke%5D.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2643889656386007414.post-5685692999852352229</id><published>2007-09-16T12:06:00.000-07:00</published><updated>2008-11-13T11:28:36.183-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Doenças Respiratórias'/><title type='text'>Própolis alivia dores de garganta?</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_KaD2pXIV36E/Ru3qiCK5BjI/AAAAAAAAACY/TK-HBxrgj24/s1600-h/propolisroberg.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5110999022554383922" style="margin: 0px 10px 10px 0px; float: left;" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_KaD2pXIV36E/Ru3qiCK5BjI/AAAAAAAAACY/TK-HBxrgj24/s200/propolisroberg.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O própolis é uma substância produzida pelas abelhas a partir de resinas extraídas da flora de determinada região. Sua função é tampar pequenos buracos na colméia e seu extrato tem diversas aplicações, desde o tratamento de aftas&lt;span style="font-size:78%;"&gt;1 &lt;/span&gt;até o controle da proliferação de células tumorais&lt;span style="font-size:78%;"&gt;2&lt;/span&gt;. Devido à sua origem muito diversa, a composição do própolis varia entre as diferentes regiões. Portanto, para que qualquer estudo feito com própolis seja válido é importante que a concentração de princípios ativos seja avaliada e padronizada. Por isso muitos estudos são feitos buscando estabelecer uma composição padrão para o extrato de própolis a ser usado em pesquisas ou comercializado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O uso de própolis para o alívio de dores de garganta é corrente na população. Usei o Google scholar para buscar evidências a respeito da eficácia desse método. Digitei “própolis” e “Clinical Trial”. Surpreendentemente encontrei pouquíssimos artigos relevantes e esses poucos eram em outras línguas que não o inglês (Romeno, Russo...). Os artigos mais interessantes que achei sobre esse assunto eram de revistas de microbiologia que falavam das propriedades antimicrobianas do própolis&lt;span style="font-size:78%;"&gt;3&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após extensa pesquisa achei que a relação do própolis com o alivio das dores de garganta era muito pobre em estudos, por isso resolvi buscar algum estudo clinico interessante sobre outro dos vários efeitos benéficos do própolis. Escolhi um artigo sobre os efeitos do uso de própolis como suplemento alimentar no controle da asma leve a moderada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O artigo publicado no Fundamental and Clinical Pharmacology&lt;span style="font-size:78%;"&gt;4 &lt;/span&gt;descreve um estudo feito com 46 pacientes asmáticos. O artigo tinha como objetivo avaliar os efeitos do consumo diário de própolis, por 2 meses, tanto nas funções ventilatórias e na quantidade de ataques noturnos, quanto nos mediadores da inflamação e fatores imunológicos, visto que a asma é uma doença inflamatória crônica. Os pacientes foram divididos em 2 grupos, um recebia o própolis diariamente e outro recebia placebo. Os resultados mostraram uma melhora significativa nos parâmetros avaliados no grupo que consumia própolis. O número de ataques noturnos diminuiu de uma média de 2,5 para apenas 1 ataque por semana. Na avaliação das funções respiratórias a melhora variou de 19 a 41% dependendo do teste. Essas melhoras clínicas foram acompanhadas por alterações benéficas nos níveis séricos de fatores imunológicos e mediadores da inflamação, sendo possível assim estabelecer uma correlação entre os achados clínicos e as alterações no sistema imunitário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As conclusões do artigo são grande relevância, pois são um indício do mecanismo de ação do própolis, podendo, portanto, ser importante para que novos estudos sejam feitos buscando entender de que forma se dá a ação do própolis no controle da asma e de outras patologias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Referências&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;1 Samet et al. The effect of bee propolis on recurrent aphthous stomatitis: a pilot study.Clin Oral Investig. 2007 Jun;11(2):143-7. Epub 2007 Feb 7.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 Li et al. Antiproliferation of human prostate cancer cells by ethanolic extracts of Brazilian propolis and its botanical origin. Int J Oncol. 2007 Sep;31(3):601-6.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3 Grange et al. Antibacterial properties of propolis (bee glue). J R Soc Med. 1990 Mar;83(3):159-60. Review.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4 Khayyal et al. A clinical pharmacological study of the potential beneficial effects of a propolis food product as an adjuvant in asthmatic patients. Fundam Clin Pharmacol. 2003 Feb;17(1):93-102.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2643889656386007414-5685692999852352229?l=clubedaevidencia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clubedaevidencia.blogspot.com/feeds/5685692999852352229/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://clubedaevidencia.blogspot.com/2007/09/o-prpolis-uma-substncia-produzida-pelas.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2643889656386007414/posts/default/5685692999852352229'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2643889656386007414/posts/default/5685692999852352229'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clubedaevidencia.blogspot.com/2007/09/o-prpolis-uma-substncia-produzida-pelas.html' title='Própolis alivia dores de garganta?'/><author><name>Natalie</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://www.camed.kit.net/clubedaevidencia/nati.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_KaD2pXIV36E/Ru3qiCK5BjI/AAAAAAAAACY/TK-HBxrgj24/s72-c/propolisroberg.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2643889656386007414.post-929524091090175352</id><published>2007-08-31T03:39:00.000-07:00</published><updated>2008-06-20T10:26:33.748-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Doença Cardiovascular'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Alcool'/><title type='text'>Há benefícios no consumo de álcool?</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_KaD2pXIV36E/RtmD6rFq18I/AAAAAAAAACA/Av8zLoV81ok/s1600-h/57634157.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5105256696623323074" style="margin: 0px 10px 10px 0px; float: left;" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_KaD2pXIV36E/RtmD6rFq18I/AAAAAAAAACA/Av8zLoV81ok/s200/57634157.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_KaD2pXIV36E/RtfxObFq16I/AAAAAAAAABw/3rezNoNH0Yg/s1600-h/chopp.png"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div align="justify"&gt;Utilizei o Google Scholar para tentar encontrar artigos relevantes. Nessa triagem percebi que muitos dos artigos que tratavam sobre benefícios à saúde tratavam de benefícios para o coração, então a pesquisa ficou restrita a tal subtema. Com os termos “alcohol intake” e “heart” encontrei os dois principais artigos considerados. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Um artigo de 1999, publicado no BMJ, trata da diminuição dos riscos de doença coronária. É um extenso review de artigos publicados entre 1965 e 1998 e que conclui estar provado o efeito benéfico do álcool em aumentar significativamente as taxas de HDL do sangue, desde que consumido moderadamente – até duas doses para homens e em torno de uma dose para as mulheres. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O outro artigo, o qual mereceu maior atenção, foi publicado em 2006, também no BMJ, e trata dos diferentes padrões de consumo do álcool em relação à doença coronariana, levando em conta as diferenças entre os sexos e diversas variáveis (atividade física, fumo, consumo de vegetais, gordura saturada e peixe, e o nível de educação). &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Tal artigo, um cohort study de população, envolveu em torno de 50 mil dinamarqueses, sem qualquer problema cardiovascular, justamente para que a incidência de doença coronariana fosse verificada frente às estatísticas oficiais do país. Em suma, o que o artigo conclui foi que, para mulheres, o importante para diminuir o risco de doença coronariana é a quantidade ingerida, mesmo que numa freqüência baixa. Para homens, a freqüência parece ser mais importante e a quantidade nem tanto. Ao contrário de outros artigos, este afirma que quanto maior a quantidade ingerida, menor o risco de doença coronariana. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Apesar de chamar atenção, o resultado deve ser visto com cautela. A pesquisa só levou em conta a diminuição de doença coronariana sem considerar os riscos da ingestão acima do moderado, como câncer ou doença hepática. Interpondo esses dois estudos e demais não citados creio que a ingestão moderada ainda é mais benéfica. A frase do Ministério da Saúde pode ser levada a sério. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Referências&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.bmj.com/cgi/content/full/332/7552/1244"&gt;Tolstrup et al. &lt;em&gt;Prospective study of alcohol drinking patterns and coronary heart disease in women and men&lt;/em&gt;. Brit Med J 2006; 332: 1244-1248.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.bmj.com/cgi/content/full/319/7224/1523?maxtoshow=&amp;amp;HITS=10&amp;amp;hits=10&amp;amp;RESULTFORMAT=&amp;amp;author1=rimm&amp;amp;searchid=1&amp;amp;FIRSTINDEX=0&amp;amp;resourcetype=HWCIT,HWISS,HWFIG,HWDSUP,HWELTR"&gt;Rimm et al. &lt;em&gt;Moderate alcohol intake and lower risk of coronary heart disease: meta-analysis of offects on lipids and haemostatic factors&lt;/em&gt;. Brit Med J 1999; 319: 1523-1528.&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;strong&gt;Relator:&lt;/strong&gt; Ariel (83)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2643889656386007414-929524091090175352?l=clubedaevidencia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clubedaevidencia.blogspot.com/feeds/929524091090175352/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://clubedaevidencia.blogspot.com/2007/08/h-benefcios-no-consumo-de-lcool.html#comment-form' title='14 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2643889656386007414/posts/default/929524091090175352'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2643889656386007414/posts/default/929524091090175352'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clubedaevidencia.blogspot.com/2007/08/h-benefcios-no-consumo-de-lcool.html' title='Há benefícios no consumo de álcool?'/><author><name>Natalie</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_KaD2pXIV36E/RtmD6rFq18I/AAAAAAAAACA/Av8zLoV81ok/s72-c/57634157.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>14</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2643889656386007414.post-7297578341715039848</id><published>2007-08-26T18:48:00.000-07:00</published><updated>2008-08-07T08:15:03.043-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Câncer'/><title type='text'>Pílula anticoncepcional é um fator de risco para câncer de mama?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_KaD2pXIV36E/RtIttrFq12I/AAAAAAAAABQ/Dgs2sfUvu4M/s1600-h/mama.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5103191590448060258" style="margin: 0px 0px 10px 10px; float: right;" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_KaD2pXIV36E/RtIttrFq12I/AAAAAAAAABQ/Dgs2sfUvu4M/s320/mama.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;No Brasil, 20,7% das mulheres em idade reprodutiva utiliza como método contraceptivo a pílula anticoncepcional. Esse medicamento contém estrógeno, um conhecido &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mit%C3%83%C2%B3geno"&gt;mitógeno&lt;/a&gt; das células da mama, assim ele pode estar associado a ocorrência de câncer de mama com o uso prolongado.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Na tentativa de responder a essa pergunta, digitei "breast cancer" e "oral contraceptive" no Pubmed com filtros para humanos, mulheres, randomized controlled trial, controlled clinical trial, clinical trial e adultos. O objetivo de usar tantos filtros foi diminuir a quantidade de estudos encontrados para 110 artigos, dos quais uns 40 eram relevantes para responder a pergunta. Desses 40, escolhi dois pelo resumo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O artigo da JAMA descreve um &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Cohort_study"&gt;cohort study&lt;/a&gt; de 426 famílias de pacientes com câncer de mama entre 1944 e 1952 em Minnesota. O objetivo do artigo era avaliar se, dentre as pessoas com histórico familiar, o anticoncepcional aumenta o risco de desenvolver câncer de mama. Os dados coletados comprovaram que para aquelas pessoas que usaram pílula antes de 1975, o método realmente aumenta a chance de desenvolver câncer de mama (risco relativo de 3,3 comparado aos que não usaram pílula). Entretanto, para aqueles que passaram a tomar anticoncepcional após 1975 os dados foram inconclusivos pois não houveram casos suficientes de câncer de mama para que pudesse ser feita a associação. O ano de 1975 foi utilizado como marco pois houve redução da quantidade de hormônios na pílula nesse ano.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O artigo publicado na American Journal of Epidemiology acompanhou 3,540 casos de câncer de mama entre 1977 e 1992 em Boston, Nova Iorque e Filadélfia em um &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Case-control"&gt;case-control study&lt;/a&gt;. O estudo conclui que houve relação entre o uso de anticoncepcional e a ocorrência de câncer de mama, como ilustra a tabela:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="right"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5103211772499384210" style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center;" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_KaD2pXIV36E/RtJAEbFq15I/AAAAAAAAABo/9g5V16S1ZVw/s400/imagem.GIF" border="0" /&gt;Am J Epidemiol Vol. 143 No.1, 1996.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Contudo, o grupo controle diferia significativamente do grupo caso na medida em que este tinha maior ocorrência de histórico familiar, uso de álcool e auto-exame periódico. Assim, ele não é satisfatório para estabelecer a ligação entre anticoncepcional e câncer de mama, visto que esses outros fatores podem ter confundido a investigação.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Como conclusão final, o clube admite que não há relação comprovada entre câncer de mama e anticoncepcional, pois ambos os estudos tiveram falhas importantes que não podem ser desconsideradas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Referências&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Rosemberg et al, Case-control study of use of contraceptive and breast cancer, Am J Epidemiol Vol. 143 No.1, 1996.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Grabrick et al, &lt;a href="http://jama.ama-assn.org/cgi/content/full/284/14/1791?maxtoshow=&amp;amp;HITS=10&amp;amp;hits=10&amp;amp;RESULTFORMAT=&amp;amp;fulltext=Oral+contraceptive+use&amp;amp;searchid=1&amp;amp;FIRSTINDEX=0&amp;amp;resourcetype=HWCIT"&gt;Risk of breast cancer with oral contraceptive use in women with a family history of breast cancer&lt;/a&gt;, JAMA Vol.284, No. 14, 11 de outubro de 2000.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2643889656386007414-7297578341715039848?l=clubedaevidencia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clubedaevidencia.blogspot.com/feeds/7297578341715039848/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://clubedaevidencia.blogspot.com/2007/08/anticoncepcional-fator-de-risco-para.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2643889656386007414/posts/default/7297578341715039848'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2643889656386007414/posts/default/7297578341715039848'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clubedaevidencia.blogspot.com/2007/08/anticoncepcional-fator-de-risco-para.html' title='Pílula anticoncepcional é um fator de risco para câncer de mama?'/><author><name>Natalie</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_KaD2pXIV36E/RtIttrFq12I/AAAAAAAAABQ/Dgs2sfUvu4M/s72-c/mama.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2643889656386007414.post-6750616826764084243</id><published>2007-08-23T18:36:00.000-07:00</published><updated>2008-11-13T11:31:41.532-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Doença Cardiovascular'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Polêmicas'/><title type='text'>As orações praticadas por terceiros podem influenciar positivamente o curso clínico de pacientes coronários?</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Breve introdução&lt;/span&gt;: A reza tem sido descrita como um dos métodos mais antigos de cura da humanidade e, ainda hoje, tem sido amplamente usada como terapia no combate e controle a diversas afecções. Principalmente com o avanço da Medicina Alternativa e Complementar que tem sido observado em resposta à Medicina tradicional mecanicista, orações e seus efeitos na saúde se tornaram importante objeto de análise em estudos científicos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;É consenso que a mente pode influenciar a resposta do corpo às condições de saúde e, portanto, orações praticadas pelo doente podem modelar o desenvolvimento da doença, bem como outras atitudes psicológicas. Entretanto, apesar da crença popular de que orações realizadas por terceiros teriam poder de cura, este ainda é um tema divergente e polêmico da Medicina atual. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;Nosso objetivo era responder essa questão e, para tal, separamos dois artigos científicos de estudo clínico randomizado que se mostraram a favor da influência positiva da reza praticada por terceiros em afecções coronárias, apesar de haver referências científicas que mostrem o contrário.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;        &lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  lang="EN-US" &gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Estratégia de busca&lt;/span&gt;: “intercessory prayer” e “remote intercessory prayer” no google acadêmico.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  lang="EN-US" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:Arial;font-size:10;"  lang="EN-US" &gt;&lt;o:p&gt;Artigo Apresentado: &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span lang="EN-US"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;Autor: Harris W., Gowda M., Kolb J. e cols.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;Ano de publicação: 1999&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;País: Estados Unidos&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;990 pacientes admitidos na unidade de tratamento coronário do hospital MAHI, em Kansas City, EUA, foram dividos, aleatoriamente, em dois grupos: um receberia orações vindas de um grupos de oração e um não receberia orações desse grupo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;Os pacientes não sabiam em qual grupo estavam e tampouco sabiam que estavam participando desse estudo, e não havia qualquer tipo de contato entre o grupo de oração e o paciente a ser beneficiado. Então, usando uma escala elaborada por médicos do próprio hospital, era avaliado o curso clínico do paciente internado, levando em conta eventos cardiovasculares e relacionados, bem como procedimentos realizados durante a estada no hospital. O tempo médio de internação também foi medido nos dois grupos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;Não houve diferença significativa no número de ocorrências de cada procedimento ou evento cardiovasculares isoladamente nos dois grupos e não houve diferença significativa entre o tempo de internação hospitalar nos dois grupos. Porém, utilizando-se a escala que reúne todas as ocorrências de eventos ou procedimentos, o grupo que recebeu as orações obteve um escore significativamente menor que o outro grupo (6.35 +- 0.26 contra 7.13 +- 0.27, respectivamente, com P = 0.04).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;&lt;!--[if !supportEmptyParas]--&gt; &lt;!--[endif]--&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Clinical Bottom Line&lt;/span&gt;: Portanto, de acordo com o artigo apresentado, o recebimento de orações praticadas por terceiros, não estando os pacientes cientes dessa prática, pode influenciar positivamente o curso de pacientes internados na ala de tratamento coronário do hospital. Os autores não elaboram sobre o mecanismo pelo qual isso aconteceria.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;&lt;!--[if !supportEmptyParas]--&gt; &lt;!--[endif]--&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Comentários:&lt;/span&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 36pt; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;-&lt;span style=""&gt;          &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;A maneira de separar os pacientes nos dois grupos – considerando o número de cadastro dos mesmos no hospital e separando entre números pares e ímpares –, não é considerado exatamente como separação aleatória, pois pode não se dar completamente ao acaso.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 36pt; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;-&lt;span style=""&gt;          &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;A escala utilizada no estudo para avaliar o curso clínico de cada paciente não foi validada cientificamente e não existe, atualmente, escala validada para tal fim.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 36pt; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;-&lt;span style=""&gt;          &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;Há implicações éticas em realizar pesquisas científicas sem o consentimento e esclarecimento dos objetos a serem pesquisados, mesmo que acredite-se que as ações realizadas no estudo não comprometam o tratamento recebido na internação hospitalar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 36pt; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;-&lt;span style=""&gt;          &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;Os resultados obtidos não foram reproduzidos em outros artigos realizados &lt;span style="font-style: italic;"&gt;a posteriori&lt;/span&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 36pt; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;-&lt;span style=""&gt;          &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;É possível que os pacientes de ambos os grupos estivessem recebendo orações de seus familiares e amigos, independente de qual grupo ele pertença, de modo a “mascarar” os efeitos da reza praticada pelo grupo de orações. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;&lt;!--[if !supportEmptyParas]--&gt; &lt;!--[endif]--&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Referência&lt;/span&gt;: Harris W., Gowda M., Kolb, J. et al. &lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  lang="EN-US" &gt;A Randomized, Controlled Trial of the Effects of Remote, Intercessory Prayer on Outcomes in Patients Admitted to the Coronary Care Unit. &lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-style: normal;font-family:Arial;font-size:10;"  lang="EN-US" &gt;Arch Intern Med.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  lang="EN-US" &gt; 1999;159:2273-2278.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Outros artigos:&lt;/span&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;Byrd, RC. &lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  lang="EN-US" &gt;Positive Therapeutic effects of intercessory prayer in a coronary care unit population. South Med J. 1988; 81:826-829.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  lang="ES-TRAD" &gt;Benson H., Dusek JA. et al. &lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  lang="EN-US" &gt;Study of the Therapeutic Effects of Intercessory Prayer (STEP) in cardiac bypass patients: a multicenter randomized trial of uncertainty and certainty of receiving intercessory prayer. Am Heart J.&lt;/span&gt;&lt;span class="ti"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;&lt;a href="javascript:AL_get(this,%20'jour',%20'Am%20Heart%20J.');"&gt;&lt;span style="text-decoration: none; color: rgb(0, 0, 0);" lang="EN-US"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  &gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;2006 Apr;151(4):934-42.&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  &gt; &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2643889656386007414-6750616826764084243?l=clubedaevidencia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clubedaevidencia.blogspot.com/feeds/6750616826764084243/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://clubedaevidencia.blogspot.com/2007/08/as-oraes-praticadas-por-terceiros-podem.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2643889656386007414/posts/default/6750616826764084243'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2643889656386007414/posts/default/6750616826764084243'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clubedaevidencia.blogspot.com/2007/08/as-oraes-praticadas-por-terceiros-podem.html' title='As orações praticadas por terceiros podem influenciar positivamente o curso clínico de pacientes coronários?'/><author><name>Pablo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01064476780233502934</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2643889656386007414.post-164450523689464894</id><published>2007-08-09T13:12:00.000-07:00</published><updated>2008-11-13T11:28:31.046-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Doenças Respiratórias'/><title type='text'>A exposição ao frio induz infecções de trato respiratório alto?</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Relator:&lt;/span&gt; Ibraim&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Data da reunião: &lt;/span&gt;08 de agosto de 2007.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Questão: &lt;/span&gt;A exposição ao frio induz infecções de trato respiratório alto?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Breve introdução:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;    Existe a crença popular de que o frio está relacionado ao desenvolvimento de resfriados e infecções de garganta. Nos últimos 300 anos diversos autores reportaram que a exposição ao frio realmente está relacionada a infecções de trato respiratório alta. No entanto, estudos clínicos nos anos 50 envolvendo inoculações de vírus no nariz de voluntários, juntamente com exposição destes ao frio falharam confirmar a crença popular. Livros recentes de virologia ironizam essa teoria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Ainda assim, essa crença está tão incrustada em diferentes sociedades que é difícil acreditar que não exista algo de real nela. Epidemiologicamente, durante o inverno aumenta-se drasticamente o número de resfriados. Além disso, esta é a principal causa de faltas em treinamentos de atletas profissinais de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cross-country"&gt;cross-country&lt;/a&gt;. Militares canadenses relatam um aumento do número e severidade de infecções de trato respiratório alto quando designados a trabalhar em estações árticas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Apresentamos aqui portanto, 3 artigos sobre o tema, sendo o primeiro um pequeno &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Randomized_controlled_trial"&gt;estudo clinico randomizado&lt;/a&gt; favorecendo a crença popular. O segundo é um review sobre o tema (tendenciando a favor do efeito do frio), e o último, um estudo fisiológico demonstrando o efeito de exposição a baixas temperaturas sobre o sistema imune (indo contra a crença popular). Aproveitem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Estratégia de busca: &lt;/span&gt;"cold exposure" "infection" com Limits para estudos em humanos no &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Randomized_controlled_trial"&gt;PUBMED&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Artigo apresentado:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Autor:&lt;span style="font-style: italic;"&gt; Johnson, C. and Eccles, R.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Ano: 2005&lt;br /&gt;País: Reino Unido&lt;br /&gt;Grupo de pacientes: 180 estudantes da Universidade Cardiff.Noventa imergiram os pés em um recipiente com 9-10 litros de água a 10° C por 20 minutos. O grupo controle colocou os pés em um recipiente vazio por 20 minutos. Ambos os grupos foram questionados sobre sintomas de resfriado imediatamente antes e após o procedimento e em cada um dos 5 dias subsequentes.&lt;br /&gt;Resultados: houve diferença significativa entre o grupo submetido ao frio (5.16 ±5.63) em relação ao controle (2.89 ±3.39) com p&lt;0,013. style="font-weight: bold;"&gt;Clinical bottom line:&lt;br /&gt;Apesar de não saber explicar o motivo, o autor conclui que exposição do pé ao frio aumenta o número de sintomas de resfriado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Comentários:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;O estudo apresenta alguns vieses:&lt;br /&gt;&lt;ol&gt;&lt;li&gt;Acreditamos que o grupo controle deveria ter imergido os pés em água quente, já que queria-se verificar o papel da temperatura.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Ele soma o score diário de resfriado (possivelmente contando 2 vezes a mesma pessoa), mostrando diferença estatística apenas nessa soma.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;O termo de voluntariado do estudo refere que é esperado um maior número de infecções com a exposição a água gelada, podendo induzir na população o desejo de ajudar o pesquisador&lt;/li&gt;&lt;li&gt;O experimento parece ter sido realizado durante o inverno, tornando a exposição de 20 minutos em laboratório praticamente nula em relação a exposição real dos voluntários.&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Referência:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Johnson, C. and Eccles, R. Acute cooling of the feet and the onset of common cold symptoms, Family Practice 2005; 22: 608-613&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Outros artigos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Eccles, R. Acute cooling of the body surface and thecommon cold, Rhinology. 2002 Sep;40(3):109-14.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;I. K. M. Brenner, et al. Immune changes in humans during cold exposure: effects of prior heating and exercise, Journal of Applied Physiology  1999; 87: 699-710&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2643889656386007414-164450523689464894?l=clubedaevidencia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clubedaevidencia.blogspot.com/feeds/164450523689464894/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://clubedaevidencia.blogspot.com/2007/08/exposio-ao-frio-induz-infeces-de-trato.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2643889656386007414/posts/default/164450523689464894'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2643889656386007414/posts/default/164450523689464894'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clubedaevidencia.blogspot.com/2007/08/exposio-ao-frio-induz-infeces-de-trato.html' title='A exposição ao frio induz infecções de trato respiratório alto?'/><author><name>Ibraim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04917222151259584666</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2643889656386007414.post-5387137532448829058</id><published>2007-08-07T17:56:00.001-07:00</published><updated>2008-11-13T11:28:36.184-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Doenças Respiratórias'/><title type='text'>Tonsillectomia é eficaz para reduzir episódios de dor de garganta recorrentes?</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Relator:&lt;/strong&gt; Rafael Dusi&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Data da reunião:&lt;/strong&gt; 01 de agosto de 2007.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Questão:&lt;/strong&gt; A tonsilectomia é eficaz em reduzir episódios de dor de garganta recorrentes em crianças?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Estratégia de busca:&lt;/strong&gt; tonsillectomy no google acadêmico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Artigo relevante:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Autor: &lt;em&gt;Paradise,J.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Ano: &lt;em&gt;2002&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;País: Estados Unidos&lt;br /&gt;Grupo de pacientes: &lt;em&gt;328 crianças com episódios recorrentes de dores de garganta moderadas. Tonsilectomia v adenotonsilectomia v controle E adenotonsilectomia v controle&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Resultados:&lt;em&gt; houve diferença significativa em ambos os grupos se comparados o subgrupo controle com os subgrupos submetidos a cirurgia (p&lt;0,001).&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Clinical bottom line:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Apesar da cirurgia ser eficaz em reduzir os episódios de dores de garganta recorrentes, ela não é recomendada pois reduz em média apenas 1 episódio de dor ao ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Comentários:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O estudo poderia ter explicitado melhor o que foi considerado um episódio de dor de garganta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Referências:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Paradise, J. et al, &lt;a href="http://pediatrics.aappublications.org/cgi/content/full/110/1/7"&gt;Tonsillectomy and Adenotonsillectomy for recurrent throat infection in moderately affeted children&lt;/a&gt;, PEDIATRICS Vol. 110 No. 1 Julho 2002, pp. 7-15&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2643889656386007414-5387137532448829058?l=clubedaevidencia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clubedaevidencia.blogspot.com/feeds/5387137532448829058/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://clubedaevidencia.blogspot.com/2007/08/tonsilectomia-no-eficaz-para-reduzir.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2643889656386007414/posts/default/5387137532448829058'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2643889656386007414/posts/default/5387137532448829058'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clubedaevidencia.blogspot.com/2007/08/tonsilectomia-no-eficaz-para-reduzir.html' title='Tonsillectomia é eficaz para reduzir episódios de dor de garganta recorrentes?'/><author><name>Natalie</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
